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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Brincadeiras Infantis ( Parte I )


•Amarelinha (academia, escada, macaca, sapata)


Brincam quantas crianças quiserem e cada uma tem sua pedra. Quando não disputam na fórmula de escolha gritam: - Primeira! (será a primeira a começar) Segunda! Quem falar em segundo lugar será a segunda, assim sucessivamente. Desenham-se no chão as quadras da amarelinha, começando com o céu, 123456789 e 10 e inferno.


*Joga-se a pedra na 1ª quadra, não podendo pular nela. Vai com um pé só nas casas de uma quadra e com os dois pés no chão, na quarta e quinta casa, sétima e oitava, no céu e inferno.


* Segunda etapa: Chutinho. Vai se chutando a pedra que foi jogada perto, antes da amarelinha, com um pé só - deve começar tudo desde a quadra 1. A pedra não pode bater na risca, se errar passa para outra criança até chegar sua vez novamente.


* Na terceira etapa, joga-se sem pedra. Com os olhos vendados diz - queimou? As outras respondem: - Não. Assim casa por casa até sua vez. Também na terceira casa é com um pé só. E os dois pés na 4ª e 5ª casas.


* Quarta etapa: tirar casa - de costas joga-se a pedra para traz, onde cair, essa Casa será excluída. Risca-se com giz a mesma, podendo pisar nela com os dois pés.

• Barra - Manteiga
Pode-se brincar de "barra-manteiga" em um quintal, uma praça ou o pátio da escola. O espaço precisa ser dividido em três partes conforme o desenho acima.


As crianças devem ser divididas em duas equipes, sendo que uma equipe fica de frente para a outra. Os participantes de cada equipe ficam um ao lado do outro e com a palma de uma das mãos virada para cima.


As equipes ficam posicionadas nos campos 1 e 3 e o campo 2 é o espaço para correr. A brincadeira começa quando um participante vai até a equipe adversária e bate com uma mão na mão de um dos participantes da outra equipe. A criança que bateu sai correndo para a sua equipe enquanto é perseguida pelo adversário. Caso o que bateu seja pego passa a jogar na outra equipe.
Vence o time que pegar todos os adversários.

• Passa Anel
Sentados numa roda o grupo tira a sorte para ver quem vai passar o anel. Todos devem unir as palmas das mãos e erguê-las na sua frente. Quem ganhou na sorte deve segurar o anel entre as palmas das mãos e passar as suas mãos pelas mãos dos componentes do grupo deixando o anel nas mãos de alguém que ele escolher, mas deve continuar fazendo de conta que continua passando o anel até o último do grupo. Ao final pergunta a um dos participantes onde está o anel? Se este acertar ele será o próximo a passar o anel. Se errar, quem recebeu o anel é que passará, começando novamente a brincadeira.

• Dentro e Fora
Grau de Dificuldade: Simples
N.º de crianças: no mínimo 2 (ideal: até 4)
N.º de adultos: 1 organizador
Requisitos: 1 razoável espaço numa sala que tenha um tapete (ou então tenha um chão com 2 tonalidades diferentes)
Importante: o tapete deve estar bem firme no chão (preso por móveis, etc) para evitar escorregões perigosos. Regras/Funcionamento: O organizador da brincadeira informa as crianças que em cima do tapete é a região conhecida como Dentro e fora do tapete é a região conhecida como Fora. Todas as crianças toda vão para fora do tapete, ou seja para “Fora” para que o jogo se inicie.

O organizador começa a falar em voz alta, as regiões para onde as crianças devem saltar e assim, se o organizador falar a palavra “dentro”, as crianças devem pular para cima do tapete (= “Dentro”) e quando falar a palavra “fora”, as crianças devem pular para fora do tapete (=“Fora”) O organizador continua a falar as palavras mágicas (“Dentro ou Fora”) num intervalo cada vez mais curto (3 a 5 segundos) de forma absolutamente aleatória: Dentro, Fora, Dentro, Dentro, Fora, Dentro, Dentro, Fora, Fora, etc.


Como o tempo é curto e a cada mudança de palavra, as crianças devem obedecer e saltar, o risco de que algumas delas cometa um erro é grande. Quando isto acontece, as crianças que erraram são eliminadas desta rodada. Convém lembrar que os erros são de 2 tipos: a criança pode saltar para “Dentro” (ou “Fora”) indevidamente ou “esquecer” de saltar. Quando só sobrar uma criança na rodada, ela é declarada vencedora desta rodada e ganha 1 ponto. Sucedem-se 5, 10 ou 15 rodadas e declara-se vencedora a criança que tiver mais pontos.

• Cinco Marias

Primeiro, faça cinco saquinhos de tecido de mais ou menos 4 cm x 3 cm, com enchimento de areia ou grãos de arroz ou feijão.

COMO BRINCAR:
Jogue todos os saquinhos no chão e pegue um sem tocar nos demais. Jogue-o para o alto enquanto você pega um dos outros quatro - sempre sem encostar nos restantes - e segure-o na volta, com a mesma mão, antes que ele caia no chão. Repita tudo para cada um dos quatro saquinhos. Novamente, jogue os cinco saquinhos e pegue um. Faça o mesmo que na etapa anterior, só que agora de dois em dois saquinhos. Repita tudo, mas desta vez você vai pegar um saquinho e depois três. • Agora, você deve pegar os quatro saquinhos de uma só vez O túnel: jogue os cinco saquinhos e pegue um. Com a outra mão, você forma um túnel. Os quatro saquinhos restantes deverão ser passados por debaixo do túnel.


• Cabo de Guerra

Para brincar de "cabo-de-guerra", é preciso de uma corda.


Primeiro, escolha um espaço e tracem uma linha no chão para dividi-lo ao meio.
As crianças devem ser separadas em dois times, sendo que cada time fica com um lado do espaço. Os participantes ficam em fila e todos seguram na corda. Posicionem a corda conforme o desenho. Alguém de fora dos grupos dá um sinal para começar a partida. Ele será também o juiz que fiscalizará o jogo de forças.
Os participantes devem puxar a corda, até que uma das equipes ultrapasse a linha no chão. Serão vencedores aqueles que puxarem toda a equipe adversária para o seu espaço.

• Escolha a mão
Objetivo: Simples jogo de sorte e azar, mas no qual uma criança pode induzir a outra a errar.
Grau de Dificuldade: Simples
N.º de crianças: apenas 2 crianças por vez. Se houver 3, uma espera e 2 jogam. Se houver 4,
formam-se 2 pares e assim sucessivamente.
N.º de adultos: neste jogo não há necessidade de adultos. É preciso apenas explicar o jogo às
crianças.
Requisitos: para cada par de crianças, existe a necessidade de um objeto de tamanho pequeno
(um clipes, uma borracha, uma pedrinha, uma bolinha de gude, um imã de geladeira, uma moeda,
etc)


Regras/Funcionamento:
A 1ª criança pega o objeto e sem que a 2ª criança veja, escolhe uma das mãos para “armazenálo”.
Depois fecha as 2 mãos, estica os 2 braços (um sobre o outro formando um X) e mostrando-os
para a 2ª criança.
Desta forma a 2ª criança não sabe em que mão está o objeto escondido.
Esta 2ª criança terá de escolher uma das mãos (esquerda ou direita) dando um suave “tapinha”
nas mãos da 1ª criança e terá 50% de chance de acertar e 50% de chance de errar.
Após a 2ª criança dar este “tapinha”, a 1ª criança poderá abrir a mão e mostrar se a outra acertou
ou errou. Mas poderá ainda “questionar” a 2ª criança falando assim: “Você tem certeza????”
gerando assim dúvida na 2ª criança e levando-a ao erro.
Quando a 2ª criança realmente definir a escolha da mão, a 1ª criança abre as 2 mãos e verifica-se
se houve erro ou acerto.
Se houve acerto, a 2ª criança passa a esconder o objeto. Se houve erro, a 1ª criança volta a
esconder o objeto um uma das mãos e o processo se repete indefinidamente até que a 2ª criança
acerte a mão.
Se houver mais de duas crianças, estipula-se um n.º de rodadas até que uma delas seja
substituída por aquela que estava esperando.
Como este jogo é um passatempo não existem propriamente “vencedores”.
• Mamãe posso ir?

Primeiro trace duas linhas no chão, com uns 8m de distância entre elas. Alguém é escolhido para ser a mamãe e fica numa das linhas, de costas para os jogadores. Os outros ficam na outra linha, um do lado do outros. Um por um, os jogadores tentam chegar à mamãe, perguntando "mamãe posso ir?". A mamãe, que está de costas, responde dando ordens que o jogador tem que seguir. Alguém tem de ser o juiz, para ver se as ordens vão ser cumpridas direito. Se ela mandar dar passos de formiguinha, o jogador dá passos bem pequenos. Passos de canguru são pulinhos. Se ela disser dar passos de cachorro o jogador tem de andar de quatro. A mamãe pode mandar andar pra frente ou para trás, quantos passos ela quiser. Os jogadores também podem combinar outros tipos de passos. Ganha quem chegar primeiro até a mamãe.



• Telefone sem fio

Idade: a partir de 5 anos
Participantes: 5 ou mais
Regra: Organizar os jogadores sentados um ao lado do outro em fila. O primeiro jogador diz uma frase/mensagem no ouvido do colega seguinte. Cada participante após receber a mensagem fala o mais baixo possível no ouvido do colega seguinte até que o ultimo falará em voz alta o que recebeu. A mensagem muitas vezes chega completamente diferente!!!

• Fui a feira


Idade: a partir de 5 anos
Participantes: 2 ou mais
Regra:
Um jogador diz em voz alta: Fui a feira e comprei.. por exemplo ”maçã”. O jogador seguinte repete a frase do primeiro acrescentando outra mercadoria comprada por exemplo:” batata”, o terceiro jogador repete as mercadorias que os jogadores anteriores disseram e acrescenta mais uma, ganha quem não repetir mercadoria e lembrar todas que foram faladas.

Brinquedos de sucata: cai não cai

Com sucatas e criatividade, as crianças vão se divertir construindo e brincando com esse jogo.


Material
  • Garrafa pet de 1,5 l
  • Palitos de churrasco
  • Bolinhas de gude
  • Papel colorido para decorar
  • Tesoura
  • Chave philips
Pondo a mão na massa...

Fazer furos na garrafa pet usando a tesoura. Cuide para que cada furo tenha um outro do lado oposto da garrafa, na mesma altura. Faça furos em várias alturas.

Use a chave philips para aumentar o buraco.

Decore a garafa com pedacinhos coloridos de papel.

Atravesse a garrafa com os palitos de churrasco, em várias alturas e direções.

Coloque as bolas de gude pela boca da garrafa, com cuidado.

Jogando!
O desafio é tirar as varetas sem deixar cair as bolinhas. Quem deixar cair mais bolinhas perde.
Fonte: blog criando crianças

terça-feira, 10 de abril de 2012

MONICA EM...DIREITOS DAS CRIANÇAS











FONTE: BLOG ALFABETIZANDO COM FANTASIA

A Princesa e o Grão de Ervilha - Histórias Infantis

Era uma vez um jovem príncipe bonito e de bom coração que buscava casar-se com uma princesa. Buscava em sua pretendente virtudes de uma verdadeira princesa. Ela deveria ser:bondosa, caridosa, amar a natureza, atenciosa, inteligente e bela.
O Príncipe viajou pelo mundo inteiro para encontrar uma moça que preenchesse seus pré-requisitos, mas nada de encontrá-la. Ele até encontrou boas princesas, loiras, morenas ruivas uma mais bela que a outra, mas sempre faltava algo.
O príncipe estava convicto de que uma princesa de verdade deveria ter todos os requisitos de sua lista preenchidos.
Após uma longa temporada de viagens, bailes e muita busca o príncipe triste e cansado resolveu retornar ao seu reino sem saber se um dia haveria de encontrar aquela com quem pudesse se casar .
Seu pai, o rei, temia que pela grande exigência do príncipe ele nunca viesse a encontrar a tal verdadeira princesa. Certa noite houve uma terrível tempestade. Muitos raios e trovões assustaram os moradores do reino. No castelo do príncipe não foi diferente. Tanto o rei, como a rainha não conseguiam dormir por causa da tempestade. No meio da noite, todos foram despertados por fortes batidas na porta do castelo.
O rei ordenou que seus guardas abrissem a porta. Para a surpresa de todos, diante deles estava uma jovem princesa, encharcada. A tempestade a deixara em um estado lastimável.



A jovem princesa pediu abrigo por aquela noite, pois na viagem de volta ao seu reino a chuva a pegara de surpresa.
O rei e a rainha concordaram. O príncipe que descera as escadas um pouco depois, encantou-se com a jovem. Cochichou no ouvido da rainha que havia encontrado a verdadeira princesa que tanto procurava.
A rainha, receosa, tratou de subir rapidamente as escadas do castelo, chegando ao quarto de hospedes primeiro que a jovem princesa. Ela resolveu fazer um teste. Tirou tudo o que havia em cima da cama e em cima do estrado colocou um grão de ervilha. Depois, pôs em cima desse grão vinte colchões, e por cima deles vinte cobertores bem felpudos. E assim foi preparada a cama em que a princesa deveria passar a noite.
Na manhã seguinte, todos se reuniram para o café da manhã real. A rainha perguntou para a jovem princesa se ela havia dormido bem.
__ Infelizmente não, majestade. Tive uma noite péssima. Não sei o que havia na cama, mas não consegui pregar o olho. Parecia haver algo bem duro no colchão.
A rainha ficara convencida, só uma verdadeira princesa sentiria a dureza de um grão de ervilha, mesmo através de vinte colchões e vinte cobertores felpudos. Só uma princesa de verdade poderia ser tão sensível assim!
O príncipe não ligou para o teste. Ele havia se apaixonado e por causa disso até esquecera a tal lista de pré requisitos.
Algumas semanas depois o príncipe e a princesa se casaram e foram muito felizes.
O grão de ervilha virou relíquia no museu do castelo, e tempos depois muitas pessoas ainda comentavam sobre a história da princesa e o grão de ervilha.



FONTE: ABC KIDS

domingo, 8 de abril de 2012

Dia da Natação

8 de Abril

Natação

Em uma Olimpíada, a natação é considerada um dos esportes mais nobres. Em 23 de junho de 1894, o barão Pierre de Coubertain, apoiado por amigos e inúmeras celebridades, inaugurou os Jogos Olímpicos modernos. A cada olimpíada atletas de todas as partes do planeta superam limites nas raias da maior de todas as competições. A natação brasileira ao longo dos anos tem conquistado muitas vitórias destacando-se no cenário mundial. A estréia da equipe de Natação brasileira em uma Olimpíada foi em 1920, na Antuérpia, e o primeiro nadador só subiu ao pódio mais de 32 anos depois.
A primeira medalha ganha pelo Brasil foi na Olimpíada de Helsinki, em 1952, o nadador Tetsuo Okamoto ganhou a medalha de bronze nos 1500 m livre. A segunda medalha brasileira veio com Manoel dos Santos, que ganhou bronze nos 100 m livre dos Jogos de Roma, em 1960. Somente em 1980, vinte anos depois, Djan Madruga, Jorge Fernandes, Cyro Delgado e Marcus Matiollinos conquistaram a medalha de Bronze no revezamento 4x200 m livre nos Jogos Olímpicos de Moscou.
No ano de 1984, o Brasil conquistou sua primeira medalha de prata nos Jogos de Los Angeles, com Ricardo Prado, que entra para a história do esporte nacional ao conquistar o segundo lugar nos 400 m. Gustavo Borges foi o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em Olimpíadas. No ano de 1992, em Barcelona, ele foi vice-campeão nos 100m livre. Nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996, Gustavo conquistou a medalha prata pelos 200 m livre, e o bronze, pelos 100 m livre. Fernando Scherer foi outro medalhista da Olimpíada de Atlanta, ele conquistou bronze nos 50 m livre.
Já a história da natação feminina brasileira, a nadadora Fabíola Molina foi a única que atleta feminina que participou dos Jogos Olímpicos, no ano de 2000 em Sidney. Em Goiânia, podemos citar grandes talentos como Bruno Bonfim e Carlos Alberto Borges Jayme, que traz no currículo uma medalha de bronze olímpica conquistada no revezamento 4x100 livre em Sidney, na Austrália, em 2000, e atualmente os dois tem vaga garantida para a Olimpíadas de Atenas.

Fonte: UFGNet

sábado, 7 de abril de 2012

CIRCO

OLHA O PALHACINHO RECICLADO!



Produzir o palhaço reciclado é uma terapia, distrai a mente e ajuda a preservar o meio ambiente. O brinquedo é feito com tampas de garrafa pet e embalagens de iogurte, estes são resíduos que demoram centenas de anos para se decompor na natureza. Somente a cabeça do boneco é comprada. E eu afirmo ainda que o palhaço reciclado faz a festa da criançada!


 Tenho certeza que a natureza agradece essa imensa colaboração! E nós, também!



Nosso povo dá mesmo um show quando o assunto é talento!
 


 
Usando os 3 "R"...


REDUZIR


REUTILIZAR


RECICLAR!!!


MATERIAIS NECESSÁRIOS:

OBS.: a quantidade de tampinhas pode variar. Depende de que tamanho você deseja. Eu prefiro e acredito ser mais bonito assim. Fica mais delicadinho.


BRAÇO: 7 tampinhas pet (coloridas fica mais bonito) e uma tampinha de detergente para cada bracinho;

PERNA: 8 tampinhas pet (também coloridas) e uma tampinha de amaciante para cada perninha;


CORPO: uma garrafinha de iogurte. Você pode decorá-la como quiser.


CABEÇA: comprada em armarinhos. Também pode ser enfeitada como quiser.


COMO FAZER: após conseguir todos os materiais (30 tampinhas de garrafa pet, 2 tampas de amaciante, 2 tampas de detergente, uma garrafa de iogurte, uma cabeça de palhaço, retalhos de lã e elástico) inicie furando todas as tampinhas e a garrafa de iogurte. Para que ele tenha uma mobilidade melhor, fica mais interessante fazer a amarração das tampinhas no sentido de passar o elástico montando um pé e um braço e não montando os dois braços ou os dois pés no mesmo elástico.


O elástico é aquele redondinho, não sei o nome, que se usa em bermudas.


Após amarrado é só fazer o acabamento que quiser.
*Também pode-se usar barbante, linha ou outro material para fazer a amarração, porém, com o elástico ele tem mais liberdade nos movimentos.


Use e abuse da criatividade!



A cabecinha se encaixa direitinho na boca da garrafa de iogurte. Parece que foram feitos um para o outro...rsrsrs


Está aí... Um lindo Palhacinho.


Um brinquedo que as crianças podem fazer com a supervisão de um adulto.


Uma Atividade para a Família Brincar.


Espero que tenham gostado.
Ahhh! Vou postar depois um outro modelo de palhacinho feito de garrafa pet, bolinhas de isopor entre outros materiais recicláveis. A brincadeira fica por conta de soprar as bolinhas. Aguardem.