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terça-feira, 3 de julho de 2012

Atividades para as férias de inverno

O inverno já começou, e logo iniciam as férias de inverno, muitos já começam a pensar no que fazer neste período de folga. Muitas pessoas fazem viagens nas férias de inverno, outros aproveitam para curtir as opções de lazer da cidade, mais muitos preferem aproveitar os dias de folga curtindo o friozinho dentro de casa.

Atividades e brincadeiras para o inverno

Mais o que fazer, quando se esta de férias e não quer sair de casa? Existem ótimas opções de lazer para se fazer no conforto de sua casa, como por exemplo, ver filmes, fazer brincadeiras, jogos ou até ainda, ler um bom livro.
São inúmeras brincadeiras que você pode fazer com sua família, como por exemplo, “Adivinhe o que é”, nessa brincadeira, você irá colocar um objeto qualquer dentro de uma caixa ou um saco escuro, você irá dando algumas dicas sobre o objeto, como para que sirva, o que faz, ou qualquer informação do objeto, a brincadeira começa com uma pontuação a seu critério, e a cada dica, a pontuação diminui, ao adivinhar o objeto, anote a pontuação em uma tabela, por exemplo, você esta brincando com dois irmãos, ou com seu pai e sua mãe, em um folha de papel, coloque os nomes (Ex. João, Maria, Paulo), a cada acerto, coloque a pontuação embaixo do nome de quem adivinhou, no final, some a pontuação de cada participante e descubra quem foi o vencedor
.
Outra brincadeira bastante divertida é a “Fui à feira”, nesta brincadeira, um participante deverá dizer, fui à feira e comprei… Diga um objeto que foi comprado, como por exemplo, fui à feira e comprei tomate, o segundo participante deverá fala, fui a feira e comprei tomate e acrescentar mais alguma mercadoria, como por exemplo, fui a feira e comprei tomate e abacate, e assim sucessivamente, cada participante deve falar tudo que já foi falado e acrescentar mais um, e quem errar vai sendo eliminado, até que tenha um vencedor.
Existem inúmeras brincadeiras que podem ser feitas dentro de casa, pois normalmente nesta estação além do friozinho, é bastante comum muita chuva, impossibilitando assim as brincadeiras em lugares abertos. Escolha o jogo que mais lhe agrada e divirta-se!

FONTE: http://www.bumbando.com.br/

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O que fazer nas férias escolares?


Depois de tanto esforço e dedicação nos estudos durante longos seis meses, o término do primeiro semestre das aulas traz consigo as tão esperadas férias escolares, e com isso, nada melhor que aproveitar esse período da maneira mais divertida possível. Com um bom planejamento, as merecidas férias podem ser muito bem usufruídas, dependendo somente da criatividade dos estudantes e seus familiares.
Existem alguns pontos interessantes que devem ser analisados para a elaboração de um roteiro com as atividades que mais se gostar de fazer, onde desejam visitar lugares que não conhece e gostaria de conhecer, viagens diferenciadas, visitas à parentes da família e etc. Todos esses questionamentos são necessários porque com todas essas respostas as férias serão bem planejadas e poderão ser aproveitadas ao máximo.

Dicas de programas para as Férias escolares – O que fazer

Tirando esses exemplos acima citados, alguns passeios comuns podem ser uma boa escolha como os passeios nos famosos shoppings centers, pois lá se podem degustar comidas deliciosas, assistirem a um bom filme, se aventurar em algumas diversões eletrônicas, fazer compras, ler livros, e etc. Um belo passeio que contém diversas possibilidades de atividades em um único lugar.
O convívio com os colegas de estudo também é uma ótima escolha, não podendo ser deixado de lado, pois na maioria das vezes, os amigos escolares serão mantidos por toda a vida. Devemos sempre ficar atento à matérias de jornais e internet, porque esses meios de comunicação sempre são utilizados para informar quanto a passeios, shows e eventos gratuitos oferecidos à sua cidade, o que sempre será uma ótima opção para a alma e para o bolso.
Viajar é sempre uma opção divertidíssima, pois a pessoa sai da rotina a qual costuma viver, levando sua mente a um alívio plenamente natural, renovando as energias e conhecendo pessoas, lugares e coisas novas. Praticar esportes, passeios em parques, andar de bicicleta, praticar exercícios físicos, também são ótimos meios de aproveitar as férias, pois com as atividades diárias, essas práticas acabam sempre ficando de lado.
Para os que não gostam de sair de casa, o que pode ser muito positivo é ajudar os pais nas tarefas diárias, enriquecer a mente lendo ótimos livros e buscando sempre mais conhecimento, por que certamente a cultura e os estudos nunca farão mal a ninguém.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

BRINCADEIRAS DE FÉRIAS

Brincadeiras de Férias


Para os dias de chuva, não desanime preparamos muitos jogos legais para você fazer com o pessoal do prédio e da sua rua, veja só:
Agora para os dias ensolarados se você estiver na praia ou no campo sem televisão, internet e celular e está chateado por que não sabe o que fazer basta imprimir uma das brincadeiras abaixo que é diversão garantida durante horas:
FONTE: BLOG SMARTKIDS

domingo, 18 de dezembro de 2011

O QUE FAZER NAS FÉRIAS?


Nessa época de férias, costumo ver muitas mães comentando da dificuldade de entreter os pequenos em casa, de distrai-los nesse período longe da escola. Como eu sempre curto bastante os períodos de férias das minhas mais velhas – a pequenina não vai para a escola ainda, mas mesmo assim curte à beça os tempos de folga, porque tem as irmãs em casa o tempo todo, e como ela adora! – , resolvi contar aqui de quatro atitudes que eu acho que ajudam bastante a relaxar e se divertir ao invés de estressar com as férias dos filhotes:
1. Abrir mão da rotina – não adianta, com as crianças em casa o tempo todo, não tem como manter tudo caminhando naquele esquema britânico, com os horários sendo religiosamente respeitados, refeições saindo sempre pontualmente no horário, banho sempre na mesma hora do dia, sem deslizes… impossível! Permita-se relaxar um pouco, curta cada dia do seu jeito, afinal a graça de estar de férias é essa mesmo, sair da rotina, não é? Se o almoço atrasar duas horas num dia, se o banho ficar pro finalzinho do dia no outro, não estresse. Tenha em mente que isso é exceção, e não regra. Logo logo voltam as aulas, retoma-se a rotina e pronto, sem prejuízos! Aproveite essa possibilidade tão gostosa e divertida de deixar a rotina de lado e curtir a vida de pernas pro ar!
2. Aceitar a bagunça – se com as crianças na escola durante uma boa parte do dia, você consegue manter a casa arrumadinha, com tudo no lugar, impecavelmente limpa e organizada, aceite o fato de que, durante as férias dos pequenos, pelo menos um pouco dessa ordem tão cuidadosamente cultivada será subvertida, e é melhor que você encare isso com leveza e bom humor.  Isso não significa que sua casa precise virar uma filial do Juqueri, mas talvez faça parte do pacote conviver com alguns brinquedos a mais espalhados pelos cantos, e com uns farelinhos de bolacha aqui e ali. Faça concessões temporárias, abra mão da organização rotineira por um mês ou pouco mais, e não exagere no controle da desordem, deixe as crianças curtirem um pouquinho de bagunça. Bagunça, lembre-se, tem tudo a ver com infância, pelo menos um bocadinho, não tem não? Pense com carinho, e certamente vai se lembrar como era divertido espalhar os gizes coloridos pelo chão para fazer um desenho bem caprichado, ou tirar todas as roupas da boneca do armário para escolher com qual vesti-la para uma ou outra ocasião!
3. Envolvê-los nas suas atividades – eu não sei se é assim com todas as crianças, mas as minhas adoram participar da minha rotina, das minhas atividades do dia-a-dia. E chamá-los para fazer junto é uma ótima pedida para todos aqueles afazeres diários que a gente não tem como deixar de lado, afinal a vida não pára porque as crianças estão de férias, não é mesmo? Aqui em casa, a atividade mais bacana para contar com a participação delas é a hora de ir para a cozinha. Elas vêm com uma disposição que dá gosto de ver, e me ajudam a mexer, salpicar, misturar, bater… se distraem que é uma beleza! E ainda morrem de orgulho depois, quando o prato preparado a muitas mãos vai para a mesa, e elas enchem a boca para dizer a todos: “eu ajudei a mamãe a fazer!!”. Essa dica vale para todo tipo de atividade doméstica, desde dobrar as roupas até passar a vassoura no chão da sala. Acreditem, eles podem se divertir, e muito, fazendo essas coisas! Se a gente propõe como uma atividade divertida para se fazer junto, é assim que eles vão encarar. E se você, como eu, trabalha em casa, está aí mais uma oportunidade de tê-los juntos, participando. Eu, quando venho para o computador, peço logo para que elas tragam papéis e giz de cera, e digo que elas vão fazer o trabalho delas enquanto eu faço o meu. Proponho então um ‘desafio’ qualquer: ‘agora vocês têm que desenhar um gatinho correndo atrás de um pássaro!!’. Elas ficam concentradíssimas, no maior esforço para dar conta do ‘trabalho’ que lhes foi designado, e eu ganho um tempinho para trabalhar com tranquilidade, com as crias por perto.
4. Deixá-los curtir um tempo sozinhos – Essa talvez seja a melhor dica, entre todas. Eu não sei quanto a vocês, mas eu me lembro que quando eu era criança, não havia tanta preocupação dos pais em entreter os filhos o tempo todo, arrumar o que fazer a cada momento. Meus pais brincavam conosco, é claro, e era sempre muito divertido. Mas muitas vezes, mesmo com todos em casa, eles iam cuidar de suas coisas, e cabia a nós arrumar formas de nos distrair, inventar brincadeiras, encontrar o que fazer. E puxa, o que não faltava eram boas idéias! Hoje, vejo muitos pais preocupadíssimos em organizar brincadeiras para cada minutinho ocioso dos filhos em casa: pinturas, atividades artísticas, leituras, teatrinhos e não sei mais o quê. É claro que é bacana pensar em coisas para fazer para eles e com eles, mas acho também bem importante relaxar e deixar que, de vez em quando, eles encontrem por si mesmos o que fazer. Procuro fazer muito isso com minhas meninas, e sempre me surpreendo com a inesgotável criatividade das bichinhas para inventar novas histórias e brincadeiras que eu jamais teria imaginado. Acho que isso faz parte da graça de ser criança, afastar-se do mundo dos adultos de tempos em tempos e mergulhar naquela fantasia gostosa em que gente grande não entra. É claro que isso acontece com mais facilidade quando a criança tem irmãos para brincar junto, mas mesmo para filhos únicos que ficam sozinhos em casa, não tenho dúvidas de que a imaginação pode ser uma grande aliada, e podem surgir inúmeras histórias e brincadeiras super interessantes. Então, relaxe um pouco, não se preocupe em programar cada minutinho do dia ocioso do seu filho. Abra mão do controle, e deixe que seu filho se divirta sozinho também, sem a sua tutela. Tenho certeza que você vai se surpreender com sua criatividade e imaginação incansáveis!
E depois de tudo isso, quem sabe quando voltarem as aulas, você, como eu, venha a se surpreender sentindo saudades dos dias de férias, bagunçados, caóticos e barulhentos. E quando menos esperar, lá estará você, sentindo falta do caos quando a casa ficar de novo vazia e silenciosa por algumas horas ao dia…

FONTE:BLOG MEUS PRIMEIROS PASSOS

terça-feira, 19 de julho de 2011

PARA AS FÉRIAS: TAREFA DE FÉRIAS

 
 
As  férias já estão curtinhas, mas ainda resta uns dias para dar uma renovada no animo. 
Siga algumas dicas e relaxe!!!








ESPERO QUE GOSTEM!!!!!!!!!!!
E ATÉ A PRÓXIMA!!!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Festival de Pipas - Colônia de Férias

As crianças e adolescentes do PETI  Dona Lindú,
 participaram de um festival de pipas....
No dia do evento, mais de 50 pipas estavam no ar contamos com a participação ativa de todos, sem falar que eles mesmos confeccionaram as suas próprias pipas....

Antes de se divertirem empinando quadrados - ou papagaios, ou raias -,
 as crianças conheceram a ciência que existe por trás da brincadeira e medidas de segurança, para não correrem riscos...
Todos gostaram muito.....






terça-feira, 5 de julho de 2011

PETI Dona Lindu inicia Colônia de Férias para crianças e adolescentes



A Prefeitura de Itumbiara através da Fundação da Solidariedade (FUNSOL) inicia nesta terça-feira, 05 de julho, as atividades especiais do período de férias escolares do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). Segundo a presidente da FUNSOL, Maristela  Gouveia, o objetivo da colônia de férias  é "oferecer uma atividade atrativa e diferenciada neste período, mantendo as crianças longe das ruas, do trabalho e das situações de risco". Até o dia 28 de julho serão realizadas atividades recreativas, esportivas e culturais, promovendo a integração e socialização entre as crianças e adolescentes de 6 a 15 anos que freqüentam o programa numa forma de proporcionar a todos eles, momentos de lazer e crescimento da personalidade, e uma união de corpo e mente saudável. O cronograma de atividades está bastante diversificado: sessão de cinema, dia de lazer no clube SESI e Clube da AABB, boate, bingo, piquenique, passeios culturais, festival de dança, torneios, gincanas e muitas brincadeiras para a garotada, inclusive já confeccionaram pipas.







sábado, 2 de julho de 2011

Enfim... Férias!

Essa é, sem dúvida, a melhor época do ano! Quando a gente entra em férias, fica livre para aproveitar as melhores coisas da vida: brincar o dia inteiro, dormir até mais tarde, comer em horários diferentes, dormir na casa do amigo e fazer todas aquelas coisas que não podemos fazer enquanto estamos em aula. Para mim, férias é tudo de bom!

Já deu pra perceber que eu estou superempolgado, não é mesmo? E eu sei que nem todas as crianças podem curtir as férias do jeito que gostariam, pois seus pais precisam trabalhar e não podem levar a família para viajar ou passear. Se esse é o seu caso, não se preocupe! Eu separei um montão de atividades e brincadeiras legais para você se divertir pra valer dentro de casa, na rua, no campinho, na praia ou em qualquer lugar do mundo! É só usar a imaginação. Aproveite essas dicas!
Montar barraca dentro de casa
A coisa mais chata é quando estamos em férias e não para de chover! Nos primeiros dias, a gente pode tomar banho de chuva, aproveitar pra lavar a bicicleta ou a calçada da casa da vovó e coisas do tipo... mas, se a chuva não para, a brincadeira perde a graça. O legal então é inventar algo diferente, como montar uma cabana dentro de casa. É só pegar dois ou três lençóis, algumas cadeiras e montar uma barraca. Dentro dela, você pode colocar tapetes, almofadas e levar seus brinquedos preferidos. Eu gosto de colocar meu rádio, meu abajur, meus livros e de levar um lanche preparado pela minha mãe. Gostou da ideia? Você também pode convidar os amigos para dormir com você dentro da barraca. Mas avise antes que é terminantemente proibido soltar pum lá dentro, pois ninguém vai conseguir dormir!
Quando eu for a Paris
Essa brincadeira é muito divertida! Convide seus amigos, pais e irmãos para brincar. Todos devem ficar sentados em círculo. Então, um dos participantes diz: "Quando eu for a Paris, vou levar..." e ele mesmo completa a frase com o nome de algum objeto, como, por exemplo, "uma maleta"). Aí, o segundo participante diz: "Quando eu for a Paris, vou levar: uma maleta e um sabonete". Ou seja, tem que dizer o que foi dito antes e mais um objeto, e assim por diante. Se um dos participantes esquecer algum objeto, o jogo começa novamente. O legal é o grupo continuar jogando e testando sua memória.
Jogos de tabuleiro
Escolha um jogo de tabuleiro. Pode ser xadrez, damas, ludo... Peça para sua mãe estourar pipoca, convide seus amigos, arrume o jogo na mesa da sala e se prepare para a diversão! Os jogos de tabuleiro são muito legais, pois jogando a gente nem sente o tempo passar.


Pega-rabo
Convide seus amigos para brincar. Escolha um lugar onde todos possam correr sem quebrar objetos ou os ossos do corpo! Cada um deve ter preso ao corpo um "rabo" feito de jornal, lenço ou corda. Quando a brincadeira começar, cada participante deve pegar o maior número de rabos. Quem perder seu rabo deve se sentar e esperar a brincadeira acabar.
 Iatismo
Eu sei que só dá pra praticar esse esporte no litoral... mas, como eu sou maluquinho, inventei um jeito para poder fazer iatismo até no topo da montanha. Quer saber como? Ora, é só apostar uma corrida de barquinhos de papel. Veja como é divertido!
1) O local em que os barquinhos vão competir pode ser a piscina do condomínio onde você mora, da casa de um amigo ou mesmo uma calha com água - para ficar mais emocionante, escolha uma bem grandona, de uns cinco metros de comprimento.
2) Vence o barco que cruzar primeiro a linha de chegada.
3) Antes de mais nada, cada competidor deve fazer seu barquinho de papel. Você sabe como se faz um barquinho? Não? Então observe esses desenhos. Foi o pai do Junin quem ensinou pra gente. É superfácil!

Lançamento de gaivota
O Bocão até tentou fazer uma gaivota, mas ficou meio tortinha. Se você olhar a ilustração, vai ver que a gaivota do Junin ficou bem melhor. Pra fazer uma bonita, é preciso seguir todas as etapas. É muito simples!
E, como em todo esporte, os competidores têm que saber as regras, que são:
1) Trace uma linha de giz no chão.
2) Cada competidor deve fazer e lançar sua própria gaivota (podem até ser feitos desenhos em cada uma delas para identificar quem é o dono).
3) Vence aquele que lançar a gaivota mais longe em três, cinco ou quantas tentativas vocês acharem melhor.

Peteca
Eu e minha turma criamos duas modalidades para as competições de peteca: a "petecada" (que é o lançamento da peteca) e "dupla de peteca".
A parte que a gente achou mais difícil foi fazer a peteca, mas foi muito bom. Para você fazer uma igualzinha à nossa, é só seguir as ilustrações. Você vai ver que é bem mais fácil do que parece. Ah, é claro que você e sua turma podem comprar suas petecas, só que isso não é tão divertido. Bom, as regras são as seguintes:


"Petecada"
1) Trace uma linha de giz no chão.
2) Cada competidor tem direito a três ou cinco petecadas (pode ser mais também, você e sua turma decidem). É obrigatório ficar parado junto à linha.
3) Vence aquele que lançar a peteca mais longe.

Dupla de peteca
1) Trace uma linha de giz no chão e mais duas nas pontas da quadra. O tamanho da quadra vai depender do espaço que você tiver.
2) Escolham as duplas.
3) As duplas jogam entre si numa espécie de campeonato.
4) Cada dupla deve jogar a peteca para o outro lado da quadra em apenas uma "petecada".
5) Ganha ponto a dupla que fizer a peteca cair no lado adversário.
6) Se uma dupla lançar a peteca pra fora da quadra, será ponto para a outra dupla.
7) Para o jogo ser mais rápido, eu e minha turma disputamos partidas de três pontos. Vence a dupla que alcançar os três pontos primeiro.
8) E vence o campeonato a dupla que ganhar o maior número de partidas.

Bicicleta, esqueite, patins...
Eu não poderia deixar de lembrar dessas brincadeiras, que nos acompanham durante o ano todo. Aproveite as férias para inventar manobras radicais com seu esqueite ou corridas de patins e bicicleta. Invente uma competição de manobras! Cada amigo leva o que tiver: patins, patinete, bicicleta, esqueite ou triciclo. O importante é encontrar uma praça ou outro lugar espaçoso e seguro para brincar! Não vá ficar no meio da rua dando sopa... Pode ser muito perigoso!
Praia
E, se você teve oportunidade de viajar e curtir as férias na praia, aproveite para fazer todas as maluquices que você não fez durante o ano! Jogue bola, tome sorvete e muita água de coco, brinque no mar e construa castelinhos de areia. Ou fique vendo os barcos passando e os peixinhos nadando (isso é pra quem quer relaxar). Aposte corrida na beira da praia e "fure" as ondas do mar. Cuide da natureza e recolha o lixo da areia. Aproveite cada minutinho do dia, mas não se esqueça de usar boné, protetor solar e de não ficar no sol entre 10h da manhã e 4h da tarde. Cuide da saúde e aproveite as férias!
 Fonte: site do Menino Maluquinho

quinta-feira, 30 de junho de 2011

BRINCADEIRAS POPULARES

QUEIMADA: Duas equipes de crianças. Uma de cada lado. Observa-se a mesma distância no meio do campo, traça-se uma linha, chamada fronteira. A equipe fica distante da fronteira por alguns metros. Atraz do grupo, uma segunda linha é traçada, onde fica o cemitério local, onde vão todos que forem queimados da equipe adversária. Cada equipe possui seu cemitério. Os componentes da primeira equipe chegam a fronteira e atiram a bola na segundo equipe. Se a bola acertar alguma criança da segunda equipe, esta irá para o cemitério da primeira equipe. Se a criança consegue agarrar a bola, ela passa tentando queimar ou para o outro da mesma equipe que se encontra no cemitério. No final, vence a equipe que conseguir queimar todos os adversários ou a equipe tiver menor número de crianças no cemitério. A bola é atirada com a mão.

BENT ALTAS: Com uma bola, o jogador tenta derrubar a casinha (um tripé feito de taquara ou galhos de árvore) do outro. Este, com um taco de madeira, tenta bater na bola e atirá-la para longe. Ganha ponto quem atingir o objeto, derrubando-o ou defendendo a casinha. Outra variação é tentar chutar a bola com o pé sem tirar o pé de uma base (pedaço de papelão no chão). Se a bola é atirada para longe, seja com o bastão ou com o chute, o adversário tem que tentar buscá-la. Até que este volte, o jogador corre até sua casinha e pisa em sua base marcando um ponto. Volta na sua base e pisa, retorna. Cada vez que pisar na base do adversário e voltar a sua, marca um ponto. Se o adversário voltar com a bola, tem direito a tentar derrubar a casinha jogando a bola com as mãos se ele não estiver em sua base para protegê-la. Conta-se tantos pontos quanto as derrubadas de casinhas ou derrubadas de casinhas e toques com os pés nas bases.

RACHA ou PELADA : A " pelada " pode ser jogada em campos de várzea, praças, ruas de pouco movimento, gramados de jardins públicos, terrenos baldios, praias. Jogo de bola muito difundido entre crianças e adultos, sem distinção de idade. Qualquer espaço e uma bola é motivo para uma pelada ou racha, versão informal do popular jogo de futebol. Geralmente os peladeiros vão se reunindo aos poucos e, enquanto esperam a adesão de outros participantes, aproveitam para disputar linha de passe, bobinho, cascudinho, dupla, chute-a-gol. Estes jogadores que antecedem a pelada propriamente dita, são uma forma de atrair novos companheiros e, paralelamente, proporcionar o aquecimento dos jogadores. Reunido o grupo, com número fixo de participantes, mas sempre igual para cada lado, marcam-se as balizas que podem ser improvizadas de várias maneiras: camisas, chinelos, pedras, pedaços de pau, galhos de árvore. Dois elementos tiram o par-ou-ímpar e o vencedor começa a escolher seu time. Vão se alternando na escolha até que não sobre mais ninguém ou se atinja um número considerado suficiente. Normalmente, os primeiros a serem escolhidos são os melhores jogadores, ficando para o final ou indo para o gol, aqueles que são considerados ruins na linha-ataque ou na defesa. Quando a pelada se inicia com um número reduzido de peladeiros, à medida que novos elementos se aproximam da beira do campo, vão sendo escolhidos, entrando sempre um de cada lado. Na pelada as regras do futebol não são respeitadas, isto é, vale tudo. A única exceção é a mão na bola. Esta falta provoca a interrupção da partida. è então cobrada uma penalidade, que poderá ser um pênalti, caso o lance tenha ocorrido dentro da área.Quando jogada na rua ou em praças, frequentemente não há goleiros, sendo balizas demarcadas em tamanho bastante reduzido para dificultar o gol. Sem tempo determinado de duração - a não ser quando se combina previamente o número de gols - o jogo se desenvolve até escurecer, com incentivos e apupos dos assistentes e torcedores. Quando não há combinação prévis do número de gols da partida, o fim poderá ser determinado pelo primeiro gol feito a partir do momento em que alguém grita: - " Quem fizer o primeiro gol ganha!". A pelada, então, se torna mais animada com os dois times querendo ter a honra de marcar o último gol e, consequentemente, saírem vencedores. Fonte: Governo do Estado do Rio de Janeiro - Folclore fluminense, 1982.

CAVALO DE GUERRA: A brincadeira é feita em duplas. Consiste em montar um sobre os ombros do outro, colocando os pés para as costas do mesmo por sob os braços dele, de maneira a ficar bem firme sobre a sua montaria. A outra dupla faz o mesmo e depois de montados pegam-se pela mão direita e puxam-se mutuamente, até derrubar os cavaleiros. Quem conseguir ficar sem cair das costas do parceiro é o vencedor. Essa brincadeira é mais segura quando feita na piscina. GUERRACom giz ou cal, traça-se retângulos ou quadrados nos quatro cantos do salão ou quadra. Um deles ficará vago e constituirá a "prisão". Em cada um dos outros estará um capitão com seus adeptos. As 3 equipes já organizadas virão para o centro, ao sinal dado pelo professor. Cada jogador procurará sempre empurrar os adversários para a "prisão". Basta colocar um dos pés no interior dela para ser considerado "detido". Será vencedor a equipe que, esgotado o prazo, tiver conseguido maior número de jogadores no centro do campo. BARREIRA Formam-se duas fileiras que se defrontam, os elementos de cada fileira permanecem lado a lado. Uma das fileiras será a "barreira", os jogadores passam os braços no ombro do companheiro do lado e ficam com as pernas um pouco afastadas, encostando pé com pé no do colega ao lado. A outra fileira será de "empurradores ", sendo que os jogadores ficam de mãos dadas. Dado o sinal de início, os "empurradores" tentam quebrar ou passar através da "barreira", sem largar as mãos. Os elementos da "barreira" tentam impedir a passagem. Depois do tempo determinado, trocam-se os lados.

PEGADOR SÔ LOBO: Uma criança é escolhida para ser o lobo e se esconde. As demais dão as mãos e caminham em sua direção, enquanto cantam:_ Vamos passear na avenida, enquanto o sô lobo está aí? ! Chegando perto da suposta casa, a criança que está fazendo o papel do sô lobo responde que ele está ocupado, tomando banho, enxugando-se, vestindo-se, com quiser inventar. As crianças se distanciam e depois voltam fazendo a mesma pergunta e recebendo respostas semelhantes. A brincadeira se repete até que, numa dada vez, sô lobo, já pronto, sem responder nada, sai correndo atraz das outras crianças. A que for pêga, passa a ser o sô lobo na próxima vez.

BARRA MANTEIGA: São traçadas no chão, duas linhas paralelas, distantes entre si aproximadamente 15 metros, podem ser as margens de uma quadra, por exemplo. Atraz das linhas, duas equipes de crianças ficam em fileiras, uma de frente para a outra. Em seguida, é decidido o grupo que dará início ao jogo. Este grupo, por sua vez, escolhe um dos seus componentes, o qual deve deixar a sua fileira adversária, cujos integrantes devem estar com uma das mãos estendidas (palmas para cima) e com os pés preparados para uma possível corrida rápida. Ao chegar, a criança bate com uma das mãos levemente nas palmas de seus adversários, dizendo: _barra manteiga (batendo na mão de cada um). De repente, bate fortemente na mão de um deles e corre em direção á sua fileira, tentando fugir do adversário desafiado que procura alcançá-lo. Cruzando sua própria linha sem ser tocado, o desafiante está a salvo. Se alcançado, ele deve passar para o outro grupo da criança que o alcançou. Agora, o desafiado anteriormente, é o desafiante diante do grupo contrário. Vencerá o jogo, o grupo que em determinado tempo limitado pelos participantes, obtiver o maior número de prisioneiros. OBS.: Em algumas regiões, o desafiante, enquanto passa as mãos nas palmas dos demais, declama: "Barra manteiga, na fuça da nega" (repete quantas vezes quiser) e de repente diz: "Minha mãe mandou bater nessa DA-QUI:" Nesse momento é que sairá correndo.

TÚNEL AQUÁTICO: Dividem-se as crianças em duas equipes, distantes, uma da outra, como que três metros dentro da piscina. Os jogadores ficarão separados entre si, pelo espaço de um braço estendido à altura do ombro e com as pernas afastadas lateralmente representando um túnel. Evolução: Dado o sinal de início, os primeiro jogadores , fazendo meia volta, mergulham afim de atravessar o túnel. Terminada a travessia, voltam aos seus lugares, nadando ou esforçando-se para nadar. Aqui chegando, batem na mão estendida do companheiro seguinte, retomando em seguida a posição primitiva. Os segundos jogadores, ao receberem a batida, vão à frente da coluna nadando ou esforçando-se para nadar, mergulham e repetem a ação dos primeiros. E assim sucessivamente. Final: Será considerado vencedor o partido cujo último jogador, depois de ter feito a travessia, levantar em primeiro lugar, a mão direita do companheiro inicial.

CARNIÇA: Consiste num alinhamento de crianças, em rápido deslocamento, uma-a-uma, pulando sobre as costas dos companheiros parados, curvados, apoiando as mãos nas coxas. Pulada a última carniça, o jogador corre e pára adiante, esperando que os demais saltem sobre ele. É sempre revesado.

REINO DOS SACIS: Num canto do terreno, marca-se o "palácio", onde fica um jogador, o "saci-rei". Os demais "sacis" dispersam-se à vontade pelo campo. Ao sinal de início, os sacis dirigem-se, pulando num pé só, ao palácio real, para provocar o rei. De repente, este anuncia: "_O rei está zangado!", saindo a perseguí-los, também aos pulos. Ele mesmo conduz ao palácio o primeiro que pega e o nomeia seu "ajudante". A brincqdeira recomeça, tal como antes, saindo agora os dois, após novo aviso, em perseguição aos demais e assim por diante. O último apanhado será o novo rei, na repetição do jogo. Ninguém pode apoiar os dois pés no chão, sob pena de ser aprisionado, exceto nos seguintes casos: a) quando o jogador estiver dentro do palácio; b) quando o jogador estiver cansado, devendo, porém, ficar parado num mesmo lugar, ocasião em que poderá ser apanhado. O jogador aprisionado ficará dentro do palácio, até outro ser preso, só então podendo voltar ao lugar onde estava antes.

SOBE - ESCADA: Os participantes do jogo agrupando-se no início de uma escada de um prédio residencial ou escolar. A disputa começa com um jogo de seleção chamado ‘já-quem-pô" ou "tesoura corta papel". Quem vencer cada rodada do já-quem-pô, salta para o degrau de cima. Vencerá o jogo quem primeiro alcançar um número determinado de degraus, ou subir e descer os degraus determinados. Observação: "já-quem-pô" é uma forma de escolha ou seleção como o par ou ímpar, "cara ou coroa", etc. Na sua realização, esconde-se uma das mãos atraz do corpo, e num ritmo compassado pronuncia-se;

JÁ-QUEM-PÔ: A expressão "Pô" coincide com a apresentação da mão à frente dos competidores, indicando um dos seguintes sinais: (a) tesoura - punho semi - cerrado, dedos indicador e médio formando uma tesoura; (b) pedra - punho completamente cerrado: e (c) papel - mão completamente aberta. O jogo indica o vencedor seguindo a regra: a pedra quebra a tesoura, a tesoura corta o papel e o papel embrulha a pedra. Se mais de um jogador vencer a rodada, decidem entre si numa jogada especial.

TRAVESSIA DA FLORESTA: Traçar no chão um retângulo bem grande (sendo a floresta). Dentro ficam três participantes que são os pegadores, fora ficam os demais, à vontade. Dado o sinal de início, os jogadores que estão fora tentam cruzar o retângulo, isto é, a "floresta", sem serem pegos. Os três jogadores de dentro tentam pegar os outros "forasteiros" que cruzam a floresta de um lado para o outro. Quem for preso, passa a ajudar os pegadores.

PALHA OU CHUMBO: Dividem-se dois grupos de crianças. Um deles é sorteado para ficar junto a um poste, de cócoras, abraçando o poste e os demais segurando sua cintura e mantendo uma mesma altura. O primeiro componente do outro grupo, toma distância de cerca de dois metros e sobe nas costas de quem está na coluna junto ao poste. Em seguida sobe outro componente, até que todo o segundo grupo esteja sobre o primeiro. Nesse momento, o grupo de baixo começa a balançar gritando:
PALHA OU CHUMBO? O jogo terminará quando todos de cima forem derrubados. Invertem-se as posições: quem subiu agora ficará em baixo.

DE RENDER (PIQUE) As crianças dividem-se em duas turmas. Sorteiam a turma que vai se esconder. Uma turma procura a outra.

CABEÇA PEGA O RABO: Formar colunas de mais ou menos oito elementos, cada um segurando na cintura do companheiro da frente. O primeiro jogador tenta pegar o último da coluna, que procura se desviar para não ser pego. Se conseguir, o primeiro jogador da coluna troca de lugar com o último.

DANÇA DA COBRA: Formam-se duas equipes iguais, cada qual com quinze crianças pelo menos. Os dois grupos dispõem-se em colunas paralelas, atraz de uma linha de saída, riscada no chão. Os componentes de cada equipe conservam entre si a distância de 1,50m.Ao sinal de início, o capitão de cada equipe corre atraz, ziguezagueando entre os seus companheiros, tendo o cuidado de passar à frente de cada um. Isto feito, coloca-se atraz da coluna, a 1,50 m do último companheiro. Só então, grita: "_Já!", devendo o segundo grupo fazer o mesmo percurso, que depois há de ser sucessivamente imitado pelo terceiro, quarto etc., até o fim. Se algum jogador deixa de passar entre quaisquer companheiros, a equipe perde um ponto. É desclassificada a equipe que perde três pontos.A vitória é da equipe que primeiro completar duas vêzes seguidas o percurso total, isto é, o capitão volta, pela segunda vez, no início da coluna. Quando a equipe termina o primeiro percurso, o capitão, ao ver-se de novo à frente, grita: "_Outra vez!", cabendo ao último recomeçar a dança da cobra, no sentido oposto, isto é, ziguezagueando para a frente.
Erros comuns: deve-se ter autodomínio (para conservar a formação, durante um jogo tão movimentado). Dentre os erros mais frequentes, convém assinalar, ainda, o do jogador que acaba de correr não se colocando distante do último, transformando a coluna, em pouco tempo, num mero ajuntamento de crianças.

FINCA: Jogo de 2 participantes - Atira-se um estilete (feito de pedaço de madeira e ferro afiado na ponta, ou qualquer coisa ponteagudo como uma chave-de-fenda), no chão em um ponto determinado. O jogo se inicia fazendo-se dois triângulos um de cada lado em barro firme ou areia da praia (de preferência após chuva). Objetivo do jogo é jogar fincando no chão, alternando vezes, tentando dar a volta no triângulo do adversário e voltar ao seu triângulo . Ao fincar no chão, o jogador faz um risco de finco a finco ligando pontos, direcionando as linhas quebradas até que um consiga fechar, ou melhor ligar o seu lance ao ponto de partida. Observação: não pode fincar em cima da linha do outro ou passar por cima dela.

ROUBA BANDEIRA: As crianças são divididas em dois grupos de igual número. Em cada campo, dividido também em dois, são colocadas duas bandeiras (de cada lado), no fundo dos campos. Cada grupo deve tentar roubar a bandeira do lado oposto, sem ser tocado por qualquer jogador daquele lado. Se for tocado fica preso e como uma estátua, colado no lugar. Os adversários podem salvá-lo, bastando ir até o campo e tocar o companheiro. O lado que tiver, mais meninos presos perde e o outro partido consegue finalmente roubar a bandeira. Vence quem pegar a bandeira primeiro independente se tiver conseguido colar os adversários.

 AMARELINHA: Brincam quantas crianças quiserem e cada uma tem sua pedra. Quando não disputam na fórmula de escolha gritam: - Primeira! (será a primeira a começar) n Segunda! Quem falar em segundo lugar será a segunda, assim sucessivamente. Desenham-se no chão as quadras da amarelinha, começando com o céu, 123456789 e 10 e inferno.
1) joga se a pedra na 1ª quadra, não podendo pular nela. Vai com um pé só nas casas de uma quadra e com os dois pés no chão, na quarta e quinta casa, sétima e oitava, no céu e inferno. 2) Segunda etapa: Chutinho. Vai se chutando a pedra que foi jogada perto, antes da amarelinha, com um pé só - deve começar tudo desde a quadra 1. A pedra não pode bater na risca, se errar passa para outra criança até chegar sua vez novamente. 3) Na terceira etapa, joga-se sem pedra. Com os olhos vendados diz - queimou? As outras respondem: - Não. Assim casa por casa até sua vez. Também na terceira casa é com um pé só. E os dois pés na 4ª e 5ª casas. 4) Quarta etapa: tirar casa - de costas joga-se a pedra para traz, onde cair, essa Casa será excluída. Risca-se com giz a mesma, podendo pisar nela com os dois pés.

LÁ VEM O RATO: As crianças ficam em círculo e uma outra permanece no centro, segurando uma corda (cordel) em cuja extremidade prende-se um peso que será o "rato". Ao início do jogo, a criança do centro deve girar a corda junto aos pés dos participantes que devem pular não deixando que o rato os toque. A criança deve deixar o rato pegá-la, é afastada do jogo. O jogo terminará quando só restar uma criança no círculo, a que será a vencedora.

CHICOTINHO QUEIMADO: Uma criança esconde o chicotinho queimado, geralmente uma correia velha ou qualquer objeto escolhido, enquanto as demais tapam os olhos. Quando a criança que esconde acabar diz: _ " chicotinho queimado cavalinho dourado ! " Depois, todas vão procurar o chicotinho. Se uma criança estiver mais distante, a que escondeu o chicotinho dirá que ela está fria. Se mais perto, dirá que está quente. Dirá também que está esquentando ou esfriando conforme a que estiver mais próxima se distancia ou se aproxima do chicotinho queimado. " Estar pelando" é estar muito perto do chicotinho. A criança que achar o chicotinho queimado sairá correndo batendo com ele nas demais (no caso da correia velha). E é ela que irá escondê-lo da próxima vez.Variação: O chicotinho queimado pode ser feito com massinha. Muito legal ! Todos fecham os olhos e o que vai ficar responsável para esconder, ao invés de esconder vai pegar a massinha e escolher um molde na sala ou qualquer coisa que possa tocar a massinha em cima e ficar com o desenho gravado. Ela diz: _ chicotinho queimado, cavalinho dourado ! E todos vão tentar saber onde é que ela moldou o desenho, ou seja, de onde ela tirou. Quem vencer vai ser o responsável da próxima vez.

CABRA-CEGA DE RODA- Cabra cega?! - Senhor. - De onde vieste? - De traz da serra. - Que trouxeste? - Um saquinho de farinha. - Dá-me um bocadinho/ - Não chega pra mim mais minha velha. As crianças todas tentam beliscar o saquinho de farinha que a cabra-cega, de olhos vendados, no meio da roda, tem em uma das mãos; e ela tenta agarrar as que lhe aproximam. A que se deixa prender, ou tocar, passa a ser cabra-cega e o brinquedo ( a brincadeira) recomeça. CABRA-CEGA DE RODA: Os olhos de uma criança é vedado. A brincadeira se dá em um quarto pequeno ou lugar com poucos móveis para que as crianças não se machuquem.A cabra-cega é girada pelas crinças e é dado o sinal para que ela comece a procurar. Quem ela tocar ou agarrar (deve ser combinado) é a próxima cabra-cega.

CABO DE GUERRA: (Puxar a corda)Os partidos alinham-se, com os jogadores uns atraz dos outros, cada grupo segurando uma metade de uma corda dividida igualmente entre ambos. A um dado sinal, começam a puxar a corda. Ganha a equipe que houver conseguido puxar maior parte para seu lado (deve ser colocado um lenço no meio da corda e marcar o centro no chão) ou a maior parte da corda ao cabo de um período de um ou dois minutos. (Cadeia)As equipes alinham-se atraz dos seus respectivos chefes, e cada jogador segura pela cintura o que lhe fica em frente. Os dois chefes, que se defrontam, seguram uma vara em posição horizontal, perependicularmente a uma linha traçada no solo. A um sinal os partidos puxam para traz, tratando cada um de fazer todos os jogadores do lado oposto atravessarem a linha. Para tornar o jogo mais fácil, pode-se marcar uma segunda linha a 1,50 m (ou menos) de cada lado da linha central, ganhando o grupo que obrigar os outros a passarem essa marca.(Em fileira)Este interessante jogo de tração pode dispensar a corda. Na sua mais simples forma, as equipes formam fileiras de cada lado de uma linha traçada no chão. Consiste o jogo em puxar os membros da equipe oposta, fazendo-os atravessar a linha. O jogador que for assim arrastado passará para a equipe dos seus capturadores. Usando-se uma corda como linha de divisão entre as equipes, os jogadores colocam-se nos seus respectivos lados, com as mãos na corda, puxando os outros por meio dela. Uma outra variante estipula o uso de varas para cada par de jogadores contrários.(Guloseima)Ata-se, no meio de um longo barbante, uma bala, uma ameixa ou qualquer outra guloseima. Cada um dos dois competidores recebe uma extremidade do barbante, que deverá fazer desaparecer rapidamente na boca, no esforço de chegar primeiro à ela. O vencedor poderá comê-la.

ATA E DESATA: (estafeta)Uma cadeira (ou estaca) e uma fita colorida para cada equipe. Como para o "Revezamento simples em coluna". Sobre a linha de retorno e bem em frente a cada partido, coloca-se uma cadeira, à qual se amarra, com um lado frouxo, uma fita. Semelhante ao do revezamento acima, devendo cada jogador ir até à cadeira, desatar o laço (ou atá-lo, conforme o caso), deixando a fita sobra o assento, antes de voltar para bater na mão do seguinte. A fita é hora atada ou desatada pelos componentes de cada equipe. Constituem faltas, que acarretam a partida, perda de um ponto, além das indicadas pelo revezamento simples: deixar de atar (ou desatar) a fita; dar um laço que não se mantenha firme, até o jogador seguinte chegar à cadeira.
Variantes:* A fita, depois de desamarrada, não é deixsada na cadeira, mas trazida na mão e entregue ao jogador seguinte. * Atraz de cada partido e a 3 m do último jogador, fica outra cadeira. Cada criança corre para o lugar onde a fita está amarrada, desata-a e leva-a para o lado oposto, deixando-a presa em outra cadeira. * Em variante encontrada no Coréia, cada criança tem uma flor de papel, com barbantes dos lados. Ao chegar a sua vez, amarra a flor numa estaca, a qual, findo o jogo, está coberta de flores.

QUEBRAR PANELA: Quebrar uma panela de barro, cheia de bombons, "chicletes" e pendurada num cordão grosso. Com os olhos tapados e um pau na mão, a criança se movimenta, vagarosamente, para dar pancada na panela de barro até quebrá-la. A criança para quebrar o vaso deve ficar de olhos vendados, tendo o orientado o cuidado de não deixar que ela fique debaixo da panela. Para isso usar um bastão grande.

CADÊ O TOUCINHO QUE ESTAVA AQUI? Toca-se em cada dedo da criança, dizendo o nome popular de cada um: Mindinho, seu vizinho, pai - de - todos, fura-bolos e mata - piolho. Ou: "Este diz que quer pão, Este diz que não há, Este diz que furtará, Este diz "alto lá", Este diz que Deus dará. Em seguida, pega-se a mão da criança e, com a ponta do indicador pinicando-lhe a palma, pergunta-lhe: - "Cadê o toucinho que estava aqui?" Resposta: - Gato comeu. E o diálogo prossegue: -cadê o gato? -foi pro mato. -cadê o mato? - Fogo queimou. - Cadê o fogo? - Água apagou. - cadê a água? - Boi bebeu. - cadê o boi? - Foi carrear trigo. - Cadê o trigo? - Galinha espalhou - cadê a galinha? - foi botar ovo. - cadê o ovo? - Frade bebeu. - cadê o Frade/ - Foi rezar uma missa - Cadê a missa? Nesse instante, a pessoa, usando os dedos médio e indicador, fará os dois supostos pesinhos que subiram pelo braço, até provocar cócegas debaixo do braço da criança: - "foi por aqui, aqui, aqui...ACHOU!"
VARIAÇÃO: Pega-se a mão da criança e fala: "Nessa mãozinha havia cinco pintinhos. Pega-se o dedo e diz: - Um saiu por aqui" outro dedo: - "Outro por aqui". E assim por diante. Depois chega galinha, que são os dedos da pessoa ciscando a palma da criança: "- cadê os meus pintinhos, cló, cló, cló? A pessoa vai procurando pelo braço acima, até fazer o resto.

PANELINHA: Esta brincadeira, é uma espécie de concurso de "sisudez". As crianças se espalham à vontade, e uma, que é o "mestre", cantarola:
Fon-fin, fon-fá, Panelinha, panelá! Quem ri e falá, Come tudo quanto há... Fechou a rosca.
Com isso ficam todas em silêncio, e procurando fazer as caras mais sérias do mundo, até que uma das crianças, não se aguentando mais, fala ou cai na risada. O "mestre" aponta-lhe um dedo acusador e grita: - Comeu! A criança apontada retira-se do brinquedo, que se repete desde o início, e assim sucessivamente. A última a se retirar, portanto a que mais tempo se mantém silenciosa, é aclamada vencedora, e será o "mestre", no caso da repetição.

CONTRÁRIO: Uma criança é escolhida no grupo por fórmula de escolha. Ela ordena para as demais: "- Andem para a frente" E elas deverão andar para traz, executando as ordens sempre ao contrário. As crianças que forem errando irão sendo excluídas. A última que ficar será a que irá dar as próximas ordens para que a brincadeira prossiga.

ONDE ESTÁ O CHOCALHO? Material: Um chocalho, uma venda de pano e lenços de papel Preparação: As crianças formam uma roda, sendo uma destacada para ir ao centro e ter os olhos vendados. Para iniciar o jogo, a professora entrega o chocalho, sem fazer ruído, a uma das crianças da roda. esta passa a agitá-lo, enquanto a do centro, guiada apenas por tal som, deve descobrir a colega que tem o chocalho. Se acerta recebe palmas e escolhe um companheiro para substituí-la na repetição do jogo. ( No caso de demonstrar dificuldade, a professora, habilmente, procurará ajudá-la, com pistas).

PAR OU ÍMPARRegra do jogo: A preliminar par muitos jogos infantis, é tirar o par ou ímpar. Os dois jogadores ou os dois diretores do jogo, ficam à frente, um diz: -Par! , o outro diz:- Ímpar! Ou vice-versa, mantendo a mão direita fechada atraz. Trazem as mãos para a frente com a palma para baixo, simultaneamente, apresentando um, dois, três, quatro ou cinco dedos, ou nenhum. Somam-se os números. Se a soma é um número par, ganhou o que disse : - "par!". Tem direito a começar o brinquedo ou escolher o primeiro comparsa.

PALITINHOS: A brincadeira consiste em acertar-se o número de pontos que está na mão do adversário, ou dos adversários, somando aos seus. Para isso, cada jogador utiliza-se de 3 palitos, no máximo, podendo em cada partida colocar na mão todos os 3. Caso contrário, jogará com 2, com apenas 1, e ainda poderá sair jogando com a mão vazia, ou seja, zero ponto (sair de lona), deixando os palitos escondidos na outra mão. O jogo começa quando os participantes expõem uma das mãos fechadas, com os palitos, para que cada um dando um palpite adivinhe a quantidade de palitos contidos nas mãos dos adversários juntadas aos da sua. Depois de todos dizerem um número (que equivalerá a soma de todos), pela ordem, abrem a mão, para a soma dos pontos.

MALMEQUER Quando alguém não tem certeza de que seu amor é correspondido, usa o jogo do Malmequer (Calêndula Arvensis), cujas pétalas brancas e amarelas, são tiradas uma a uma enquanto a pessoa vai dizendo: "mal-me-quer", "bem-me-quer","mal-me-quer", "bem-me-quer", alternadamente até acabarem-se. A última pétala dirá se seu amado a quer bem ou mal . Como essa flor é mais comum nos campos, nas cidades é substituída pelas margaridas.

BOCA-DE-FORNO: Escolhem-se uma criança para iniciar a brincadeira, sendo o Mestre e coloca-a ao centro da roda. Ela começa o jogo dizendo os seguinte diálogo:
- Boca de forno? Todos respondem: - Forno! - Tira bolo? Todos respondem:- Bolo!- Farão tudo que seu mestre mandar? Todos repetem:- Faremos todos !- E se não fizer ? Respondem: - Ganharemos bolo !- Vai ali, vai ali e faz.....
A frase era completada com a ordem de executar uma ação qualquer a certa distância, como: beijar um poste, dar "boa noite" a alguém que estivesse à janela, trazer um objeto.
Os meninos partem em direção ao alvo, cumprem a tarefa proposta pelo Mestre e voltam em disparada, pois o último que chegar leva bolos e fica na espera. Antes de aplicar o bolo o Mestre pergunta: - que tipo de bolo vou dar nesse aqui? E quantos ? E todos dão palpites. Mas o mestre diz a palavra final.Bolos: Os bolos são tapas executados na mão direita do último a chegar com a tarefa. São classificados em:Anjo: Toca-se levementePadre: Bate-se levemente e diz: não cometa mais isto !Tia: finge que vai bater com força e bate leve.Mãe: Bate severamentePai: bate forteCapeta: O mais forte!

FOTOGRAFIAS EM COLHER: Nenhum livro de jogos seria completo sem este brinquedo, pois é muito divertido. Um dos dois jogadores que estão de combinação, sai da sala e, o que fica, tira a fotografia de qualquer pessoa, pondo-lhe uma colher em frente do rosto e conservando-a assim, durante um ou dois segundos. O que está de fora é chamado. Entra na sala, pega a colher, examina-a e diz o nome da pessoa cuja fotografia foi tirada. Os que ignoram o truque ficam admirados, porém o método é simples. O companheiro que permanece na sala e tira a fotografia, toma a mesma posição e atitude de que se acha a pessoa fotografada. Se esta estiver com as pernas cruzadas ou estiver fumando, o companheiro toma a mesma atitude. Portanto, é preciso comparar a posição do companheiro com a dos que estão brincando, para se saber de quem é a fotografia.

JOGO DA VELHA: Jogo de dois participantes, que se desenvolve sobre um traçado básico, formado por dois pares de linhas verticais cortados por duas horizontais. Os adversários, que alternam nas jogadas, tentam ocupar três casas seguidas em qualquer um dos sentidos. Ganha aquele que primeiro atingir o objetivo. Diz-se que deu velha quando há empate. As casa são assinaladas com 0 ou X ou então marca-as com pedrinhas, caroços de milho e feijão.

MAMÃE, POSSO IR? Uma criança é escolhida para ser a mãe e as outras serão filhas. De uma distância é estabelecido o seguinte diálogo: - Mamãe, posso ir? - Pode. - Quantos passos? - Três de elefante. Dá três grandes passos em direção à mãe. Outra criança repete. - Mamãe, posso ir? - Pode. Quantos passos? Dois de cabrito. Dá dois passos médios em direção à mãe. - Mamãe, posso ir? - Pode. Quantos passos? Quatro de formiga. Quatro passos diminuídos à frente. A primeira das filhas que atingir a mãe assume o posto.

SERRA, SERRA, SERRADOR: Duas crianças se põem de frente e dão as mãos. Depois, ficam balançando os braços, indo e vindo, enquanto falam: - Serra, serra, serrador! Serra o papo do vovô! Quantas tábuas já serrou? Uma delas diz um número e as duas, sem soltarem as mãos, dão um giro completo com os braços, num movimento gracioso. Repetem os giros até completar o número dito por uma das crianças.Variação: Feita com criança de colo. Coloca-se a criança no colo com as pernas voltadas para as costas de quem está sentado. Segura-se nas mãs da criança e a leva com a cabeça até seus joelhos e retorna-a ao peito, puxando-a dizendo: - serra, serra serrador... quantas tábuas já serrou... é uma, é duas , é trés é quatro... e cada vez que diz o número leva a criança até os joelhos. O jogo acaba quando a criança começar a sorrir. Tendo o cuidado para não deixá-la tonta.

QUANTOS DEDOS? Este jogo começa do mesmo modo que o Pedra, papel, tesoura, com a diferença de que, quando se conta "três" os jogadores avaliam o número de dedos abertos. Mostram as mãos, com alguns dedos fechados e outros esticados. O jogador que acerta o número dos dedos esticados ou o que mais se aproxima, ganha um ponto. Cinco pontos decidem o jogo.
Variação: adedanha, quando se diz: -já ! Todos colocam os dedos e conta-se dizendo os dedos de acordo com a ordem das letras. a,b,c, d.....z - para escolher a letra de algum brinquedo ou nome de quem vai começar.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Férias - Cuidados com acidentes domésticos


Oieeeeeeeeeeee!!!
Estão chegando as férias, período em que a criançada tem mais tempo pra ficar em casa. A bagunça e a brincadeira ficam em alta, tudo é motivo para gargalhada dos pequenos, mas é nesta hora que os pais devem estar atentos.

Mais tempo em casa representa mais riscos de acidentes domésticos. Um levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria indica que aproximadamente 80% dos acidentes com crianças ocorrem dentro de casa.
O perigo pode estar mais próximo do que os pais imaginam. Um simples tanque pode representar um risco para uma criança curiosa. Além dos vários casos de ingestão de medicamentos, venenos ou objetos. O médico Pediatra Geraldo da Costa e Silva confirma que muitas das crianças que atende são vítimas dos acidentes domésticos. Um dos casos mais chocantes foi de uma criança que ingeriu um prego do tamanho da palma de uma mão. Com um acompanhamento o objeto saiu naturalmente, mas o susto foi grande.
Simples medidas de prevenção e precaução podem ser tomadas para que fatos como este não se repitam. Dr. Costa e Silva dá a dica: ” Os pais devem ficar atentos. Qualquer deslize pode ocasionar algum tipo de acidente imprevisível”. Ele cita algumas precauções que devem ser seguidas diariamente como:
  1. O cabo da panela deve estar sempre virado para dentro do fogão.
  2. Os remédios devem ficar em um local fora da visão das crianças.
  3. Produtos de limpeza não devem ser armazenados em garrafas pet.
  4. Fósforos precisam ser escondidos das crianças.
  5. Quanto menor for a criança, maior deve ser o brinquedo apropriado para ela.
Com estas dicas e cuidados simples, sua família pode lembrar das férias apenas pela diversão da criançada. Por isso fique atento, e em caso de ingestão de qualquer tipo de produto tóxico ou objeto, leve a criança imediatamente para um atendimento médico especializado.

Como organizar uma viagem com crianças

Mais tranquilidade no trajeto!


Nada mais prazeroso do que ver os olhinhos das crianças brilharem de alegria diante das surpresas que uma viagem traz. As crianças parecem possuir uma fonte inesgotável de energia para aproveitar todos os passeios, adoram a companhia de seus pais, porém, de tão ávidas por novidades, podem facilmente ficarem impacientes. Por isso, na hora de organizar uma viagem com crianças é preciso estar atento a alguns detalhes. Veja o que fazer para deixar a viagem de férias mais tranquila.

Converse com a criança sobre o roteiro da viagem

 Desenho de uma família fez.
Programe roteiros voltados à família e verifique a as atividades oferecidas às crianças pelo local. Fique de olho nos pacotes de viagens que oferecem vantagens e preços especiais para bebês e crianças menores de oito anos.
Resorts e hotéis-fazenda podem ser as opções ideais de hospedagem, pois dão mais liberdade e espaço para seus filhos brincarem e interagirem com outras crianças.
Semanas antes da viagem, prepare o terreno contando histórias e descrevendo os passeios que vocês farão durante a viagem. Apresente fotos e conte boas histórias do local, assim a criança criará expectativas positivas e facilmente se ajustará a mudança de rotina.

Cuidado com a saúde da criança

 Kit primeiro socorros.
Antes de viajar consulte o pediatra da criança para orientações sobre vacinação, medicamentos e alimentação de acordo com o destino da viagem.
As crianças são mais suscetíveis às mudanças de temperatura e facilmente podem contrair infecções, portanto é sempre bom carregar agasalhos e medicamentos adequados. Esteja atenta a hidratação durante as férias quando for viajar providencie uma alimentação leve para evitar ou amenizar os enjoos com o movimento do carro.
Não é aconselhável viajar de avião com bebês com menos de um mês de vida , pois as alterações de pressão podem lhes causar problemas respiratórios. Para viagens de avião com bebês com mais de um mês, a dica é amamentar ou dar mamadeira durante a decolagem e pouso , pois o ato de sugar e mastigar alivia os sintomas de mudança de pressão nos pequenos.
Potinhos de papinhas de bebês podem ser aquecidos no avião, basta pedir o serviço para a comissária de bordo.

Confira a documentação necessária

 Passaportes
Se a viagem for internacional , esteja atento à validade do passaporte das crianças porque esses possuem validade menor que a dos adultos. Verifique também a necessidade de visto para as crianças junto ao consulado e à Polícia Federal.
Em viagens aéreas (nacionais ou internacionais) é exigida autorização dos pais ou responsáveis para menores de 18 anos desacompanhados. A autorização deve ter firma reconhecida em cartório. Se o menor estiver acompanhado de apenas um dos pais, precisa de autorização do outro para que o menor possa viajar.
Bebês não estão autorizados a viajar de avião antes de completar sete dias de vida. Depois disso, precisam da certidão de nascimento para viajar. No caso de viagens internacionais também será exigido o passaporte.
Nas viagens de ônibus , menores de 12 anos desacompanhados de pais ou responsáveis precisam de autorização judicial para viajar.

Agenda flexível

A probabilidade de que ocorram imprevistos durante a viagem é maior quando crianças estão presentes. Além disso, uma agenda ininterrupta de atividades pode cansá-las ou entediá-las, dependendo da faixa etária. Portanto, para não se estressar, programe uma ou duas atividades turísticas e deixe espaço para decisões de última hora como tomar um sorvete ou visitar um parque de diversões local.

Viagens de carro

 Família no carro
Não espere fazer uma viagem com pouca ou nenhuma parada como você faria se estivesse só. As crianças ficam impacientes e gostam de descer do carro para correr e pular, nem que seja por alguns minutos para gastar energia. O ideal é fazer paradas rápidas a cada duas horas.
As comidas devem ser leves e livres de gorduras. Refrigerantes também não são recomendados. Porém as crianças não toleram fome, sede, calor ou frio sem reclamar. Para evitar dores de cabeça, tenha sempre à mão lanches rápidos como frutas, pães, bolachas, barras de cereal, sucos de caixinha e água. Os livrinhos infantis também podem ser deixados em casa, pois a leitura durante a viagem pode agravar o enjoo.
Outra dica é manter a mão uma toalha grande de praia que pode servir para limpar a bagunça, protegê-las do sol, ou cobri-las caso faça frio inesperadamente. Não se esqueça de levar protetor solar, chapéu, repelente contra insetos, kit de curativos, agasalhos e uma muda de roupa em uma frasqueira.
Para não deixar que o tédio delas enlouqueça quem estiver no carro, prepare pequenas surpresas para distribuir durante o trajeto. Convidá-las a cantar, contar histórias com elementos da viagem e ouvir músicas divertidas também podem funcionar como distração.
Para não perdê-las de vista em uma parada rápida, ou nos passeios em lugares movimentados, vale seguir a velha dica de colocar cartões de identificação no bolso da criança. Outra opção é vesti-las com cores vibrantes, ou coletes de identificação.
Simples cuidados aliados à organização com antecedência farão com que a viagem corra mais tranquila e a família toda tenha boas histórias para contar.