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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Cantigas de roda- A galinha do vizinho

Mais uma sugestão para trabalhar cantigas de roda com educação infantil. A cantiga escolhida é 'A galinha do vizinho', com ela você pode trabalharcores, numeração, quantidade, formas geométricas e muito mais! As cantigas de roda são ótimas para incrementar seus projetos de educação infantil para o folclore. Elas são alegres, divertidas e podem ser trabalhadas de formas criativas como veremos a seguir.

'A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove,
Bota dez!'

Atividades com carimbo
Aproveite a cantiga para trabalhar com artes. Usando as mãozinhas e dedinhos dos alunos com carimbo faça atividades, painéis, murais,lembrancinhas. Veja abaixo uma linda dica para realizar esta sugestão de atividade. 
DICA:Usando a dica acima monte umalindalembrancinha. Carimbe a galinha em papel e faça os detalhes... Recorte e reserve. Depois carimbe os ovinhos e escreva os números neles. Recorte também. Agora pegue as peças e cole sobre um papel ou EVA colorido e recorte novamente deixando uma borda. Nas costas da galinha, escreva a cantiga de roda. Pendure cada ovinho com fita na galinha e você terá um lindo móbile do folclore.

Jogos pedagógicos
Desenvolva com sua turma jogos e atividades pedagógicas relacionadas ao tema da cantiga.Veja aquiduas sugestões de jogos matemáticos para desenvolver com a cantiga.

Painéis e Murais
Aproveitando o tema da cantiga é possível também fazer murais matemáticos. Através desta atividade podemos trabalhar aatenção, desenvolver a identificação de cores e formas geométricas (círculo), trabalhar agrupamento e noção de conjunto, linguagem oral com base em cantigas, número... Veja aquicomo fazer um painel da cantiga usando EVA, tem moldes pra facilitar seu trabalho.

Outra dica de mural da galinha, feito em EVA.Confira como fazer AQUI.


Oficina de sucata/Lembrancinhas
Pra finalizar o planejamento de aula, não deixe de fazer uma oficina de sucata. Sugerimos a criação de diversos tipo de lembrancinhas como galinha com pote de danone, galinha com caixa de ovo, galinha feita em EVA... Vejam algumas sugestões:
galinha feita com caixa de ovo para lembrancinhas
Galinha feita com caixa de ovo, do krokotak.

galinha feita com pote de danone para lembrancinhas
Galinha feita com pote de iogurte, do Professor Sassá.

Galinha com pote de danone, da net.



Molde de galinha feita em EVA para lembrancinhas... Do Gente Miúda.


Read more:http://www.pragentemiuda.org/2013/08/trabalhando-cantigas-de-roda-galinha-do.html#ixzz2bEk6ADDS

segunda-feira, 26 de março de 2012

Incentivando a leitura


Professor, aqui estão algumas atitudes simples para aproximar alunos e livros:

* Tenha na sala de aula um cantinho da leitura ou uma "caixa mágica" com jornais, revistas e gibis, para que na hora da leitura livre os alunos entrem em contato com diversos tipos de textos.
* Monte um local agradável na classe, com tapetes e almofadas, para os alunos ficarem confortáveis.
* Faça leitura coletiva de livros.
* Crie o "dia do livro". Leve uma caixa com várias obras para que os alunos escolham uma e contem a história para os colegas após a leitura.
* Utilize jornais diários. Citar as notícias é um recurso interessante para familiarizar o aluno com a leitura.
* Realize um teatrinho com as histórias dos livros lidos pelos alunos.
* Seja um bom exemplo: leia e consuma livros, mostre aos alunos as obras novas que adquiriu.
* Procure trocar idéias e informações sobre as obras lidas. Isso aguça a curiosidade do aluno.
* Realize um sarau de poemas. A linguagem poética diverte, incita e desperta a imaginação.
* Reserve todos os dias 10 minutos para contar o capítulo de algum livro.
* Crie o diário da leitura, um caderno onde os pais irão anotar junto com os filhos como é o momento da leitura em casa, apontando quais histórias gostaram ou não. Isso também ajuda a ver se a família está participando.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Uma Reflexão Sobre o Aprender e o Ensinar




Convido-os a partilhar desta reflexão a respeito da educação no mundo em que vivemos, recheado de questionamentos sobre a forma de orientarmos nossas crianças numa sociedade que passa por mudanças rápidas, influenciadas por uma cultura com metas exigentes e conteudistas. Nunca se pensou tanto sobre o saber, o aprender e o ensinar.
A ciência moderna e os estudos estão num avanço tal que chegam a interferir na concepção do ser humano, desnaturalizando-a, interferindo até na construção do sentimento de maternidade. Tem-se a preocupação de desenvolver e instigar a todo momento os potenciais das crianças desde o seu nascimento.
A mãe de um bebê recém-nascido, a princípio, interessava-se pela sua alimentação, vacinas, sono, etc. Hoje, os pediatras comentam que algumas das questões maternas giram em torno da cor com que o quarto deve ser pintado para maior estímulo ou, ainda, quais os brinquedos que mais aguçam o raciocínio e a percepção. É sabido que as novas preocupações com as necessidades de um bebê permeiam essas questões.
Espera-se que esse indivíduo, desde pequeno, mostre autonomia e autoria, que são pré-requisitos para o seu bom engajamento na sociedade contemporânea. Postura crítica, iniciativa, capacidade de análise, competências e habilidades são necessárias a uma adaptação mais eficaz em um mundo de contínuas mudanças. Para algumas crianças, esse entorno que tanto lhe exige desde pequenas apresenta-se agressivo de tal forma que as amedronta, interferindo no seu desenvolvimento.
Por vezes percebemos a criança dividida, segmentada, com a conivência de pais confusos. Há preocupações específicas relativas a um corpo sadio e forte, a uma mente voltada à cultura, ao intelecto competitivo e a uma formação acadêmica em escola competente, que visam mais às boas universidades que aos bons cidadãos.
É fato, entretanto, que há um despertar para a necessidade do olhar mais humanista e que podemos ter o prazer de deparar com algumas escolas que vivem dentro desse posicionamento, em que o outro é olhado como ser integral. #Isso não elimina a necessidade de atuar de forma consciente na capacitação dos indivíduos para o momento culturalmente exigente que se vive.
São tantos investimentos de profissionais especialistas na formação das nossas crianças que, além da divisão desse indivíduo em fragmentos independentes, a família acaba perdendo a autonomia. Fica perdida, seguindo várias orientações centradas em diferentes áreas. Cada vez mais ocupada e sem o tempo necessário para discernir e opinar de maneira reflexiva, entrega a formação dos filhos a profissionais que nem sempre garantem o vínculo tão necessário ao desenvolvimento dessa criança.
Frente à constatação de tantas mudanças, questiono: que pessoas estamos formando? Onde estão os afetos, pilares insubstituíveis para a construção da estrutura interna, que hoje circulam dentro de um ambiente familiar cada vez mais distante e restrito?
Sabemos que o conceito de como educar uma criança vai sendo alterado de acordo com o entorno cultural e social onde ela está inserida. Esse contexto faz parte da história do desenvolvimento e das relações por meio das quais o sujeito se constitui. Vale lembrar que não tem fim, é um processo que acontece de forma subjetiva em cada indivíduo de acordo com interferências sociais e culturais.
O ser humano é susceptível e absorve as influências do meio onde está inserido. Nessa troca, acontece então o aprender. Quando nos referimos ao aprender, subentende-se que exista algo ou alguém que aprende — o aprendente — e algo ou alguém que ensina — o ensinante.
Os ensinamentos iniciam-se nos primeiros contatos tão próximos com a mãe. Quem são os demais ensinantes na vida de um sujeito? Esse lugar é ocupado pelo pai, irmãos, tios, avós, colegas, professores e todo o círculo de convivência que faz parte do meio que nos cerca.
O aprender está conectado ao conhecimento. É preciso relacionar-se com o outro para colocá-lo no lugar de ensinante e estabelecer uma relação permeada pelo vínculo para que se possa entrar em contato com o conhecimento por ele oferecido.
Entre o ensinante e o aprendente, abre-se um campo de diferenças onde se situa o prazer de aprender por intermédio do estabelecimento de uma relação vincular. Para que o sujeito aprenda, é necessário conectar-se com seus próprios conteúdos, mostrar seu conhecimento, autorizar-se a abrir ao outro e, assim, incorporar seus ensinamentos.
O conhecimento prévio, fruto das vivências de cada um, faz parte do processo interno desse sujeito. Ele é acrescido de novas informações e transformado, para que possa ser vivenciado e incorporado.
Ensinar aprendendo, essa é a grande estratégia
O ensinar e o aprender caminham juntos. Mais do que ensinar conteúdos, ser ensinante está atrelado a abrir caminhos. Não se transmite conhecimento, mas, sim, sinais deste, para que o outro possa fazer uso dele e transformá-lo de forma subjetiva.
O desejo e a vontade atuam como diferenciais no processo, autorizando e fazendo uso de diferentes ferramentas oferecidas para que se tornem instrumentos na construção do conhecimento e se alcance o objetivo final.
O orientador sensível instiga, preserva a autonomia e a liberdade responsável e propicia, assim, o diferencial no processo, isto é, a alegria da descoberta e a autoria do próprio conhecimento, trazendo as garantias para o verdadeiro aprender.
Ser um educador, é um trabalho nada fácil, com um grande objetivo a ser alcançado.
Segundo Paulo Freire (1993), se o educador tem uma opção democrática, com autocrítica e procura diminuir a distância entre o discurso e a prática, ele “vive uma difícil, mas possível e prazerosa experiência de falar AOS educandos e COM eles”.

Cecília Faro
Fonte: www.educacional.com.br

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

9 motivos para estudar Português

Além de falar, é preciso saber ler, escrever e interpretar muito bem. Saiba por quê





Saiba mais sobre todos os benefícios da aprendizagem da Língua Portuguesa

Nós usamos a Língua Portuguesa desde que temos apenas dois anos de idade - às vezes um pouco menos, às vezes um pouco mais, é verdade. Então por que estudá-la por toda a vida? Simplesmente porque falar não basta. É preciso saber ler, escrever, interpretar. E mais: é preciso fazer tudo isso muito bem, já que dominar o Português é condição básica para a boa comunicação e para o êxito profissional.

Por isso, é importante, além de falar bem, conhecer todas as regras ortográficas e gramaticais da nossa língua. O Português, nossa língua mãe, nos possibilita uma boa comunicação, facilita a vida em sociedade e é essencial para o aprendizado de outras disciplinas. E talvez você não saiba, mas é uma das línguas mais faladas do mundo. Como você pode ver, motivos não faltam para levar a sério a disciplina de Língua Portuguesa. Veja abaixo 9 motivos para estudar a nossa língua.