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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Sistema Solar


O Sistema Solar é um conjunto de planetas, cometas, planetas-anões, asteroides e outros corpos celestes que orbitam em torno do Sol, que é uma estrela. Além da Terra, os outros sete planetas que fazem parte desse sistema são: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Observe a figura abaixo:
Os nomes e a ordem dos planetas que formam o Sistema Solar
Os nomes e a ordem dos planetas que formam o Sistema Solar
Entre os chamados planetas-anõesque são aqueles que recebem a influência de outros planetas em suas órbitas, temos: Plutão (desde 2006 deixou de ser considerado um planeta comum), Ceres, Éris, Makemake e Haumea.
É interessante perceber que, entre os planetas principais, os quatro mais próximos do sol são formados basicamente por rochas e, por isso, são chamados de planetas rochosos. Por outro lado, os outros quatro planetas mais afastados são formados basicamente por gases e, por isso, são chamados de planetas gasosos.
Dentre todos esses planetas, a Terra é a única a reunir condições para a formação de vida, pois possui temperaturas medianas que são capazes de manter a água no estado líquido em boa parte de sua superfície.
O Sistema Solar, apesar de ser muito grande em relação à Terra e aos seres humanos, é apenas uma minúscula parte que compõe uma galáxia chamada Via Láctea que, por sua vez, é uma porção muito pequena em relação ao universo.
Curiosidadequando dizemos que os planetas giram em torno do Sol, não significa que ele esteja parado. Isso mesmo, o Sol – assim como todo o universo – está em constante movimento, em uma velocidade de mais ou menos 70.000 km/h.

Sistema Solar


O Sistema Solar é um conjunto de planetas, cometas, planetas-anões, asteroides e outros corpos celestes que orbitam em torno do Sol, que é uma estrela. Além da Terra, os outros sete planetas que fazem parte desse sistema são: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. Observe a figura abaixo:
Os nomes e a ordem dos planetas que formam o Sistema Solar
Os nomes e a ordem dos planetas que formam o Sistema Solar
Entre os chamados planetas-anõesque são aqueles que recebem a influência de outros planetas em suas órbitas, temos: Plutão (desde 2006 deixou de ser considerado um planeta comum), Ceres, Éris, Makemake e Haumea.
É interessante perceber que, entre os planetas principais, os quatro mais próximos do sol são formados basicamente por rochas e, por isso, são chamados de planetas rochosos. Por outro lado, os outros quatro planetas mais afastados são formados basicamente por gases e, por isso, são chamados de planetas gasosos.
Dentre todos esses planetas, a Terra é a única a reunir condições para a formação de vida, pois possui temperaturas medianas que são capazes de manter a água no estado líquido em boa parte de sua superfície.
O Sistema Solar, apesar de ser muito grande em relação à Terra e aos seres humanos, é apenas uma minúscula parte que compõe uma galáxia chamada Via Láctea que, por sua vez, é uma porção muito pequena em relação ao universo.
Curiosidadequando dizemos que os planetas giram em torno do Sol, não significa que ele esteja parado. Isso mesmo, o Sol – assim como todo o universo – está em constante movimento, em uma velocidade de mais ou menos 70.000 km/h.
Fonte: Escola Kids

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O QUE É DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL?

O que é desenvolvimento sustentável

Para entendermos o que é desenvolvimento sustentável, primeiro temos que saber que o planeta em que vivemos é formado por milhões de espécies de seres vivos, sendo que todas essas espécies são dependentes dos recursos naturais nele encontrados. Esses recursos naturais podem ser de dois tipos, renováveis e não renováveis.
Chamamos de recursos naturais renováveis aqueles que de alguma forma retornam à natureza, como por exemplo, a água, no ciclo da água; e os vegetais, através do reflorestamento. Já os recursos naturais não renováveis são os que, uma vez utilizados, não retornam à natureza, pois eles são transformados em outros produtos, como, por exemplo, o petróleo. A natureza, depois de algum tempo, consegue repor alguns desses recursos, enquanto que outros, uma vez esgotados,
nunca mais serão encontrados.

A partir de atitudes sustentáveis podemos cuidar melhor do nosso planeta
A partir de atitudes sustentáveis podemos cuidar melhor do nosso planeta


Agora que já sabemos o que são os recursos naturais, podemos trabalhar o conceito de desenvolvimento sustentável.
Chamamos de desenvolvimento sustentável aquele desenvolvimento que é capaz de atender às necessidades da geração atual, sem comprometer as necessidades das gerações futuras. Explicando em outras palavras: nós, que pertencemos à geração atual, devemos ter mais cuidado com os recursos naturais para que eles não se esgotem, de forma que as gerações futuras, nossos filhos, netos etc., tenham a oportunidade de sobreviver com todos os recursos naturais que temos nos dias de hoje, pois como vimos no primeiro parágrafo, todas as espécies de seres vivos que habitam o planeta Terra dependem dos recursos naturais aqui encontrados.
É por esse motivo que devemos cuidar do nosso planeta e manter atitudes mais sustentáveis nas nossas ações diárias, como:
Apagar as luzes quando não estiver ninguém nos cômodos;
Deligar os aparelhos eletrônicos quando não utilizados;
Deixar o chuveiro sempre na posição verão;
Fechar a torneira ao escovar os dentes e ao se ensaboar;
Reutilizar materiais;
Diminuir ou evitar o uso de sacolas plásticas;
Separar os materiais recicláveis dos não recicláveis, dando aos recicláveis o destino adequado;
Não jogar lixo nas ruas;
Antes de comprar algo, veja se realmente está precisando daquilo (consumo sustentável);
Se precisar ir a algum lugar perto de sua casa, prefira ir a pé ou de bicicleta.
São várias as atitudes sustentáveis que podemos ter para preservarmos o nosso planeta, e não é tarefa difícil se tornar um cidadão sustentável, basta ter coerência e consciência de suas atitudes, que, embora sejam pequenas, são muito importantes para a conservação dos recursos naturais.

Fonte: Escola Kids

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Paisagem, O que é uma paisagem

Paisagem
Harmonia entre paisagem natural e cultural

No cotidiano da vida, a maioria das pessoas, quando perguntadas sobre o que é uma paisagem, responde: “tudo aquilo que é belo, como, por exemplo, as flores, os jardins, os parques”. Outras pessoas vão dizer: “tudo aquilo que eu vejo é uma paisagem”.  Essas pessoas estão certas ou erradas? Eu diria que nenhuma das duas coisas. Vejamos o porquê.
Paisagem, para a Geografia, significa duas coisas: tudo aquilo que os sentidos humanos (tato, audição, olfato, visão) podem captar. Tudo aquilo que sua visão consegue enxergar é uma paisagem, tudo aquilo que sua audição escuta é uma paisagem. Portanto, tudo que o ser humano consegue sentir é uma paisagem.
Por exemplo, se você fechar os olhos nesse momento poderá ainda sentir que à sua frente tem um computador, do lado tem algumas paredes e, se prestar mais atenção ainda, poderá ouvir que lá fora passam carros. Você não vê, mas sente a paisagem.
Por ser a paisagem tudo aquilo que está ao alcance de nossa percepção, ela sempre vai ser uma herança, ou seja, ela também vai fazer parte de nossa memória, sendo uma espécie de memória do passado. Pergunte a seus pais ou avós como era a paisagem de sua cidade quando eles eram crianças e qual é a paisagem de hoje, se existe alguma diferença.
Transformação e herança da paisagem de Brasília, a capital federal
Transformação e herança da paisagem de Brasília, a capital federal

Assim, a paisagem pode ser dividida em duas:

Paisagem natural: aquela que o homem ainda não modificou, composta por objetos naturais como rios, árvores e montanhas.
Uma cachoeira é uma paisagem natural, pois não foi construída pelo homem
Uma cachoeira é uma paisagem natural, pois não foi construída pelo homem
Paisagem Cultural: aquela que o homem já modificou, composta por objetos sociais como construções, cidades etc.
Uma cidade é uma paisagem cultural, pois foi criada pelo homem
Uma cidade é uma paisagem cultural, pois foi criada pelo homem


Fonte: Escola Kids

sexta-feira, 16 de março de 2012

CONSTELAÇÕES

CONSTELAÇÕES


Constelações
Você já percebeu que maravilha é observar o céu estrelado? Podemos ver as estrelas mais brilhantes, as mais próximas e até observar as figuras que elas formam. Saiba que desde a antiguidade o homem já tinha o hábito de estudar o céu. Um dos primeiros elementos do céu que o homem tentou entender foram as constelações, que são grupos de estrelas próximas umas das outras, da forma como são vistas da Terra, e que, quando ligadas por linhas imaginárias, formam diferentes figuras e recebem nomes especiais.
Através dessa observação contínua das estrelas foi possível perceber que o céu é mutável, que tem movimento e também que há certa ordem neste movimento. Essa descoberta foi fundamental para o ser humano, servindo de referência para seu cotidiano, como por exemplo, época das chuvas, de plantar, de colher, etc. Percebeu também que podia orientar-se através da observação das estrelas.
Assim, os povos antigos acabaram percebendo que as estrelas seguem certo arranjo, que persiste de uma noite para outra sendo possível uni-las através de linhas imaginárias formando figuras no céu, nas quais procuravam representar os semideuses, animais, heróis de suas mitologias ou mesmo objetos do uso cotidiano, caracterizando assim as constelações.
Na verdade essas constelações não existem realmente, pois as estrelas que a compõem estão em diferentes distâncias de nós, mas como as vemos como se estivessem "coladas" no céu é possível estabelecer essa relação.
Atualmente as figuras formadas pelas constelações não tem mais valor nos estudos da astronomia. O que importa agora é defini-las em regiões bem demarcadas na Esfera Celeste, sendo que uma das finalidades é facilitar a localização dos corpos celestes dentro de uma determinada constelação.
Assim, temos agora 88 constelações, as quais têm seus nomes padronizados em latim. Essas constelações podem ser agrupadas segundo sua posição relativa às principais referências, ou seja, o Equador Celeste, os Hemisférios Celestes Norte e Sul e a Eclíptica. Desse modo, nós temos as constelações Equatoriais, Boreais, Austrais e Zodiacais.
Não confunda astrologia com astronomia...

A astronomia é o estudo é a ciência que estuda o universo e dos corpos celestes, com o fim de situá-los no espaço e no tempo e explicar sua origem e seu movimento. Já a astrologia é uma doutrina ou prática, com objetivo entender a influência dos astros nos acontecimentos e na vida das pessoas, traçar suas características psicológicas e em seu destino, portanto são diferentes.
Nos dois estudos utilizamos o termo zodíaco, só que para a astronomia, esse termo significa "zona circular na esfera celeste que forma a faixa sobre a qual se movem o Sol, a Lua e os planetas em órbita”, já para astrologia, é a representação de uma circunferência onde estão colocados os planetas da forma como se apresentavam no céu no momento do nascimento do assunto estudado, que pode ser uma pessoa, cidade, país etc., formando o mapa astrológico da pessoa ou evento. Na circunferência estão divididos em doze signos zodiacais Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário e Peixes.
Os astrônomos da Grécia antiga
Tales de Mileto ( 624 - 546 a.C.): introduziu na Grécia os fundamentos da geometria e da astronomia, trazidos do Egito.
Pitágoras de Samos ( 572 - 497 a.C.) Foi o primeiro a chamar o céu de cosmos e realizou muitos estudos tentado explicar o que chamamos hoje de sistema solar.
Aristóteles de Estagira (384-322 a.C.): explicou que as fases da Lua os eclipses, além de outros estudos significativs para a astronomia da época.
Aristarco de Samos (310-230 a.C.): foi o primeiro a propor a Terra se movia em volta do Sol, antecipando Copérnico em quase 2000 anos. Entre outros estudos, desenvolveu um método para determinar as distâncias relativas do Sol e da Lua à Terra e mediu os tamanhos relativos da Terra, do Sol e da Lua.
Eratóstenes de Cirênia (276-194 a.C.): bibliotecário e diretor da Biblioteca Alexandrina de 240 a.C. a 194 a.C., foi o primeiro a medir o diâmetro da Terra.
Ptolomeu (85 d.C. - 165 d.C.): foi o último astrônomo importante da antiguidade. Ele compilou uma série de treze volumes sobre astronomia, conhecida como o Almagesto, que é a maior fonte de conhecimento sobre a astronomia na Grécia.
Depois disso...
Depois da grande contribuição dos Gregos à astronomia, não poderíamos deixar de mencionar Galileu Galilei e Nicolau Copérnico. Galileu com seus estudos conseguiu elucidar muitos aspectos da astronomia, mas tudo começou quando, em 1608, construiu o primeiro telescópio que se tem conhecimento, fato que possibilitou descobertas fundamentais para entender o funcionamento do universo. Ele também conseguiu comprovar a teoria de Copérnico que afirmava que a Terra é redonda e que ela girava em torno do Sol.
Curiosidades
Catálogo estrelar é a representação gráfica da organização das estrelas. O mais antigo que se tem conhecimento foi feito por Ptolomeu (séc. II a.C.). Chamava-se Almagesto e relacionava 1022 estrelas agrupadas em 48 constelações.
FONTE: BLOG SMARTKIDS

sexta-feira, 9 de março de 2012

Os Estados Brasileiros

 

Como surgiram os Estados Brasileiros??
Terras de Capitão: Trinta e quatro anos após o descobrimento, o litoralbrasileiro estava sendo saqueado a torto e a direito por piratas em busca de pedras preciosas e madeiras raras. Para manter o controle do território e tentar conter os saques, a coroa portuguesa decidiu criar asCapitanias Hereditárias, 15 longas faixas de terra que se estendiam da costa até a linha imaginária doTratado de Tordesilhas.


A Casa das Sete Províncias: Em 1709, os portugueses resolveram reorganizar a colônia em função dos benefícios e especialidades econômicas de cada região.Nasceram, então, as sete províncias, imensas extensões de terra com fronteiras mais bem definidas. Além dos aspectos econômicos, a criação das províncias visava obter um controle ainda maior do território, ameaçado pela ação de piratas e pelo "olho gordo" dos espanhóis que colocava em perigo a integridade do domínio lusitano. 

 


Rascunho Imperial: Após a independência, em 1822, o Brasil foi repartido em diversas novas províncias, rascunhos do que viriam a ser os atuais estados. o mapa atual do nodeste, por exemplo, já está quase todo lá. No sul, contávamos ainda com a privíncia daCisplatina que pertenceu ao Brasil até 1829, quando um movimento separatista obrigou o país a reconhecer a independência da região, que originou o vizinho Uruguai. 

Estados de Sítio: Rolaram grandes mudanças no mapa após aProclamação da República, em 1889, como a adoção da palavra estado para nomear as porções do território. Em 1942, o Brasil entrou na Segunda Guerra e, como estratégia de defesa e administração das fronteiras, o governo desmembrou algumas áreas criando novos territórios, como oAmapá e Guaporé, no norte, e Iguaçu, no sul. Mais tarde, alguns desses territótios viraram estados e outros foram reintegrados à sua região de origem. 


 

Depois da Plástica: A partir de 1960, ano da inauguração de Brasília,aconteceram as últimas mexidas que deixaram o Brasil com a cara que tem hoje, com seus 26 estados mais oDistrito Federal, que não é um Estado, mas um território autônomo com regiões administrativas. Além da "promoção" de alguns territórios com Acre e Rondônia, a estados, Fernando de Noronha que outrora deixou de ser um estado brasileiro para servir de base oficial dos EUA durante a II Guerra Mundial, voltou a fazer parte de Pernambuco e nasceram Mato Grosso do Sul (desmembrado de Mato Grosso) e Tocantins (fatiado de Goiás). Porém, até hoje tramitam projetos de criação de novos estados no Congresso! O corta-corta está longe de acabar...


Adaptado de: Revista Mundo Estranho: ed.085 - março 2009

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

MINERAIS

Minerais,

Chamamos de solo a parte externa da Terra, o local onde pisamos.
O solo é formado por diferentes materiais, dependendo de cada região, pois as variações climáticas, da natureza, da vegetação, etc., interferem na sua composição.
A formação do solo da Terra foi feita através de pedaços de rochas, que se quebraram, além de restos de animais e plantas em estado de decomposição.
O solo contém diversas camadas, até se chegar ao núcleo da Terra.
No subsolo podemos encontrar as rochas mais duras e os minerais que usamos para a fabricação de vários objetos, pelo qual se denomina matéria-prima.
O processo de mineração no Brasil se iniciou no final do século XVII, onde os bandeirantes de São Paulo descobriram que essas riquezas estavam presentes em nosso solo. As regiões mais ricas em minerais eram Minas Gerais, Bahia, Goiás e Mato Grosso.
Com essas descobertas, os minérios do Brasil passaram a ser vendidos para o exterior, e viraram fonte de exploração dos portugueses, que enriqueceram muito com isso.

Joias e utensílios domésticos são fabricados com minerais

Dentre os principais minerais, utilizados como matérias-primas, podemos encontrar no solo brasileiro o ouro, a prata e a platina, que são utilizados na fabricação de joias e artefatos utilizados na medicina, como os pinos que fazem emendas dos ossos.
Se observarmos os objetos de nossas casas, podemos identificar que vários deles são feitos de minérios, como o alumínio (das panelas e utensílios de cozinha) e o ferro (das ferramentas e das máquinas pesadas, utilizadas na agricultura, construções das cidades, prédios, pontes, metrôs, etc., fabricação de carros, etc.).
Fonte: Escola Kids

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O centro da Terra é mais quente que o Sol?

Centro da Terra. Infográfico: Aluisio Cervantes

Ao contrário, ele é muito mais frio. A temperatura do Sol chega a atingir mais de 15 milhões de graus Celsius, enquanto no interior da Terra ela é de aproximadamente 6 mil graus, ou seja, o Sol é 2,5 mil vezes mais quente. Ainda assim, a temperatura do interior da Terra é elevadíssima, capaz de derreter qualquer metal. Esse calor é responsável por toda a dinâmica geológica do planeta, das erupções vulcânicas aos terremotos (veja o infográfico).

Escala de calor

Compare a temperatura máxima do Sol com as encontradas nas diferentes camadas da Terra.

Escala de calor. Infográfico: Aluisio Cervantes
Escala de calor

Fonte:novaescola.org.br

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

ORIGEM DOS NOMES DOS ESTADOS DO BRASIL





Acre: vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus

Alagoas: o nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.

Amazonas: nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.

Bahia: o nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.

Ceará: vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.

Espírito Santo: denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo

Goiás: do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.

Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.

Mato Grosso: o nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.

Minas Gerais: o nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.

Pará: do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.

Paraíba: do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.

Paraná: do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.

Pernambuco: do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.

Piauí: do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.

Rio de Janeiro: o nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.

Rio Grande do Norte: derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.

Rio Grande do Sul: vem do canal que liga a lagoa dos Patos ao oceano.

Rondônia: o nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.

Santa Catarina: nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.

São Paulo: denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.

Sergipe: do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.

Tocantins: nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.
FONTE: MIL E UMA CURIOSUDADES E DICAS

terça-feira, 7 de junho de 2011

08 de junho - Dia Mundial dos Oceanos

A comemoração, pela primeira vez, do Dia Mundial dos Oceanos nos permite destacar as inúmerass contribuioções dos oceanos para a sociedade.
É também uma oportunidade para reconhecer os desafios consideráveis que enfrentamos no que se refere a conservar a capacidade deles de regular o clima mundial, fornecer serviços ecossistêmicos essenciais, proporcionar meios de vida sustentáveis e atividades recreativas seguras.
Dia Mundial dos Oceanos
De fato, as ações humanas têm efeitos terríveis nos oceanos e mares do mundo.
Ecossistemas marinhos vulneráveis, tais como os corais, e recursos de pesca importantes estão sendo destruídos pela exploração desmedida, a pesca ilegal — não declarada e não regulamentada —, as práticas pesqueiras destrutivas, as espécies exóticas invasoras e a poluição marítima, especialmente de origem terrestre.
O aumento da temperatura e nível dos mares e a acidificação dos oceanos, provocados pelas alterações climáticas, constituem novas ameaças à vida marinha, às comunidades das zonas costeiras e das ilhas e às economias nacionais.
Os oceanos são também afetados pelas atividades criminosas.
A pirataria e assaltos armados a navios ameaçam as vidas dos marinheiros e a segurança dos transportes marítimos internacionais, que asseguram a distribuição de 90% das mercadorias mundiais.
O tráfico de drogas e o tráfico de pessoas por mar são outros exemplos da ameaça que as atividades criminosas representam para a vida humana bem como para a paz e segurança dos oceanos.
Vários instrumentos internacionais criados sob os auspícios das Nações Unidas tentam encontrar soluções para esses inúmeros problemas.
Entre eles, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, de 1982, ocupa um lugar central.
A Convenção estabelece o quadro jurídico no qual se devem inserir todas as atividades realizadas nos oceanos e nos mares e constitui a base da cooperação internacional em todos os níveis.
Para além do objetivo da participação universal na Convenção, a comunidade internacional deve intensificar os seus esforços para que seja aplicada e para fazer respeitar o Estado de Direito nos mares e oceanos.
O tema do Dia Mundial dos Oceanos, “Os oceanos: um bem nosso, uma responsabilidade nossa”, salienta o nosso dever individual e coletivo de proteger o ambiente marinho e de gerir cuidadosamente os seus recursos.
A existência de mares e oceanos seguros, saudáveis e produtivos é essencial para o bem-estar humano, a segurança econômica e o desenvolvimento sustentável.


O Dia dos Oceanos foi declarado pelas Nações Unidas na conferência sobre ambiente e Desenvolvimento em 1992. A campanha "salvemos os nossos mares" foi celebrado pela primeira vez nos Estados Unidos da América para celebrar esta data.
Existem cinco oceanos no nosso planeta:
Oceano Atlântico
Oceano Pacífico
Oceano Antártico
Oceano Índico
Oceano Ártico
No fundo dos mares concentram-se interessantes formas de colaboração: em troca de hospitalidade, crustáceos e pequenos peixes limpam os seus anfitriões de parasitas.
Os oceanos fornecem ao planeta a maioria dos seus padrões climáticos, de humidade e oxigênio. Sem oceanos saudáveis, a vida acabaria. No entanto, temos tratado o mesmo como se não fizesse nenhuma falta.
Quase cem milhões de toneladas de peixes e outros animais do mar são recolhidos ou capturados todos os anos, o que é mais que os oceanos podem dar; por isso é preciso tratá-los com cuidado.
Fonte: www.portalsaofrancisco.com.br

sábado, 28 de maio de 2011

Geografia na cabeça

Olá Amigos,
Tudo bem?
Trouxe então o mapa do Brasil dividido em 5 regiões:
MAPA_B~1
Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro Oeste.
Hoje falarei das regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste e amanhã das outras 2 regiões, portanto, não percam o post de amanhã!
Região Sul:
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É composta por 3 estados.
São eles:
Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
E vcs sabem as capitais desses estados?
Aí vai:
Paraná: capital Curitiba
Santa Catarina: capital Florianópolis
Rio Grande do Sul: capital Porto Alegre
Região Sudeste:
mapa-basil-regiao-sudeste
O Sudeste brasileiro é composto por 4 estados.
São eles:
São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
As capitais:
São Paulo: São Paulo
Rio de Janeiro: Rio de Janeiro
Minas Gerais: Belo Horizonte
Espírito Santo: Vitória
E agora a região Centro Oeste.
REGIO-~1
Os estados que fazem parte da região Centro Oeste são:
Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
E as capitais:
Mato Grosso: Cuiabá
Mato Grosso do Sul: Campo Grande
Goiás: Goiânia
Distrito Federal: Brasília, que por sinal é a capital do nosso país.

estados e capitais das regiões norte e nordeste do Brasil.
MAPA_B~1
Vamos começar pela região nordeste?
O Nordeste é composto por 9 estados.
regiao_nordeste
Vcs sabem quais são eles?
Eu olhei nas páginas finais do dicionário do Menino Maluquinho e já descobri a resposta, ki ki ki ki.
Os estados e suas respectivas capitais são:
Bahia: Salvador
Alagoas: Maceió
Ceará: Fortaleza
Piauí:Teresina
Pernambuco: Recife
Maranhão: São Luís
Paraíba: João Pessoa
Rio Grande do Norte: Natal
Sergipe: Aracajú
E agora os estados do norte do Brasil e suas respectivas capitais.
regiao_norte
Amazonas: Manaus
Acre: Rio Branco
Amapá: Macapá
Rondônia: Porto Velho
Roraima: Boa Vista
Tocantins: Palmas
Pará: Belém

E vcs já devem ter ouvido muito a respeito de Fernando de Noronha, não é?
Este arquipélago, ou seja, este conjunto de ilhas pertence a Pernambuco, é composto por 21 ilhas e é um local lindíssimo e muito visitado.
Amigos agora não têm desculpa pra não saber direitinho todos os estados brasileiros e suas capitais.

fontes fotos: rafisatur.com.br; angellorah.blogspot.com; not1.com.br

Amigos, então é isso.
Divertido, não é?
Fuiiiiiiiiiiiiii,

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Maiores países do planeta


                                                                                A Rússia é o maior país do mundo

Os oceanos ocupam aproximadamente 70,9% da área total do planeta Terra, restando, portanto, 29,1% para as áreas continentais, o que corresponde a 149,3 milhões de quilômetros quadrados. Toda essa grande extensão territorial está fragmentada em continentes, países, estados, cidades e outras divisões políticas.
Você já deve ter ouvido a seguinte pergunta – qual é o maior país do planeta? Para solucionar essa questão, segue abaixo uma lista com os 20 maiores países, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Lista dos 20 maiores países do planeta:
1° Rússia
Extensão territorial: 17.075.400 km².
População: 140.873.647 habitantes.
Densidade demográfica: 8,2 hab/km².
2° Canadá
Extensão territorial: 9.976.139 km².
População: 33.573.467 habitantes.
Densidade demográfica: 3,3 hab/km².
3° China
Extensão territorial: 9.596.961 km².
População: 1.345.750.973 habitantes.
Densidade demográfica: 140 hab/km².
4° Estados Unidos
Extensão territorial: 9.363.520 km².
População: 314.658.780 habitantes.
Densidade demográfica: 33,6 hab/km².
5° Brasil
Extensão territorial: 8.514.876 km².
População: 190.755.799 habitantes.
Densidade demográfica: 22,3 hab/km².
6° Austrália
Extensão territorial: 7.713.364 km².
População: 21.292.893 habitantes.
Densidade demográfica: 2,7 hab/km².
7° Índia
Extensão territorial: 3.287.590 km².
População: 1.198.003.272 habitantes.
Densidade demográfica: 364,4 hab/km².
8° Argentina
Extensão territorial: 2.766.889 km².
População: 40.276.376 habitantes.
Densidade demográfica: 14,5 hab/km².
9° Cazaquistão
Extensão territorial: 2.717.300 km².
População: 15.636.987 habitantes.
Densidade demográfica: 5,7 hab/km².
10° Sudão
Extensão territorial: 2.505.813 km².
População: 42.272.435 habitantes.
Densidade demográfica: 16,8 hab/km².
11° Argélia
Extensão territorial: 2.381.741 km².
População: 34.895.470 habitantes.
Densidade demográfica: 14,6 hab/km².
12° República Democrática do Congo
Extensão territorial: 2.344.858 km².
População: 66.020.365 habitantes.
Densidade demográfica: 28 hab/km².
13° Arábia Saudita
Extensão territorial: 2.149.690 km².
População: 25.720.605 habitantes.
Densidade demográfica: 12 hab/km².
14° México
Extensão territorial: 1.958.201 km².
População: 109.610.036 habitantes.
Densidade demográfica: 56 hab/km².
15° Indonésia
Extensão territorial: 1.904.569 km².
População: 229.964.723 habitantes.
Densidade demográfica: 120,7 hab/km².
16° Líbia
Extensão territorial: 1.759.540 km².
População: 6.419.925 habitantes.
Densidade demográfica: 3,6 hab/km².
17° Irã
Extensão territorial: 1.648.000 km².
População: 74.195.741 habitantes.
Densidade demográfica: 45 hab/km².
18° Mongólia
Extensão territorial: 1.566.500 km².
População: 2.670.966 habitantes.
Densidade demográfica: 1,7 hab/km².
19° Peru
Extensão territorial: 1.285.216 km².
População: 29.164.883 habitantes.
Densidade demográfica: 22,6 hab/km².
20° Chade
Extensão territorial: 1.284.000 km².
População: 11.206.152 habitantes.
Densidade demográfica: 8,7 hab/km².
Uma característica comum entre a maioria dessas nações é a pequena densidade demográfica (população relativa), visto que esse dado é obtido através da divisão da população total pela extensão territorial e, devido à grande área, esses países, apesar de populosos (população absoluta), são pouco povoados.
Fonte: Brasil Escola